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| Radar Lello | |||||
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Síndicos devem aproveitar os últimos meses do ano para fazer as contas e manter equilibrada a gestão financeira do condomínio, orienta o Radar Lello Os síndicos de edifícios residenciais e comerciais de São Paulo devem aproveitar os últimos quatro meses de 2008 para revisar cuidadosamente todas as contas do condomínio e planejar o orçamento para o próximo exercício, mantendo equilibrada a saúde financeira do condomínio. Para o planejamento orçamentário surtir efeitos práticos, é necessário tempo e muito cuidado na análise de todos os itens que compõem a despesa do condomínio. “Decisões precipitadas ou mal avaliadas podem pôr em risco a segurança e a qualidade dos serviços oferecidos aos moradores”, alerta a Gerente da Divisão de Marketing da Lello Condomínios, Angélica Arbex. O trabalho de revisão de despesas exige, obrigatoriamente, uma avaliação minuciosa da folha de pagamento do condomínio, que chega a representar metade dos gastos gerais. Segundo Arbex, o problema, muitas vezes, não está no excesso de funcionários, mas na falta, o que gera pagamento de horas extras em demasia. Ainda em relação à folha de funcionários, é importante o síndico não esquecer de programar, no planejamento a ser submetido à assembléia de moradores, o rateio do décimo terceiro salário do próximo ano em 12 parcelas iguais, para que a quota do condomínio não sofra aumentos expressivos nos meses de novembro e dezembro. A especialista da Lello também alerta para a importância de campanhas internas que orientem sobre a importância do uso racional de água nos apartamentos. “A grande maioria dos condomínios ainda não possui medidores individuais, e o consumo das unidades é rateado entre todos os moradores de forma linear. O síndico deve priorizar a conscientização dos condôminos”, afirma. Segundo a Lello, a revisão das despesas do condomínio não pode ter como objetivo economia a qualquer preço. “Como qualquer empresa, os condomínios residenciais devem seguir uma legislação rigorosa, principalmente em relação ao recolhimento de tributos e encargos. Por isso, todo cuidado é pouco para que o condomínio se resguarde contra eventuais fiscalizações e multas pesadas aplicadas pelos órgãos públicos”, conclui Angélica. |
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