Coluna: De Olho no Mercado

Energia solar para condomínios

Parceria oferece financiamento a “custo zero” para condomínios

Por Mariana Desimone

11/06/19 04:41 - Atualizado há 6 meses


A cada mudança na bandeira tarifária de energia, a cada evento sobre sustentabilidade, a cada previsão orçamentária – e cota extra também, porque, não? –  fica mais clara a necessidade dos condomínios pensarem na melhor forma de consumir energia. Uma forma que seja responsável e que também não impacte negativamente nas suas finanças.

A conta de energia do condomínio pode representar até 10% dos gastos mensais – algo que pode ser bastante representativo, dependendo do tamanho do empreendimento. Muitas vezes buscar uma empresa para fazer um estudo e a instalação das placas que transformam energia solar em consumível para o condomínio pode sair caro a ponto do projeto ser adiado sempre.

Quem deseja um projeto do tipo para o seu condomínio, porém, tem agora uma opção. Uma parceria da CreditCon, empresa especializada em crédito para condomínios, com a SUNON, empresa especializada em sistemas de energia solar, permitindo que os empreendimentos consigam instalar as placas sem um custo extra através do produto SUNCONDO.

Como funciona o serviço de energia solar para condomínios?

Para o condomínio, o serviço é bastante simples: a empresa vai, primeiro, fazer uma visita técnica ao local. Assim, consegue avaliar onde as placas ficariam melhor alocadas e quantas caberiam. 

Com esse projeto em mãos, uma assembleia decide pela aprovação do projeto. Depois de assinar o contrato, em geralmente 90 dias, o sistema de energia fotovoltaica já está instalado no condomínio.

Custos para implantação do projeto

Na assembleia de aprovação do projeto também deve ser discutida a forma de financiar as placas. Isso porque é com a economia mensal na conta de luz que o condomínio vai custear o financiamento.

“Nós parcelamos em até dez anos. O que temos visto com mais frequência é a opção de pagamento entre 6 a 8 anos, de forma que a parcela fica um pouco maior, mas o condomínio também quita antes”, explica Nilo Mello, diretor da SUNON.

Vale ressaltar que o projeto é homologado junto à concessionária, conforme os trâmites das resoluções 482/2012  e 687/2015, da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), responsável por fiscalizar esse tipo de alteração na rede elétrica particular.

“Com isso, o condomínio consegue não apenas gerar economia para si, mas também pode ‘armazenar’ essa energia na rede – o relógio da própria concessionária consegue medir o consumo do condomínio e o volume de energia injetado na rede, gerando créditos que podem ser utilizados em até 60 meses.”, salienta Nilo. 

Vale apontar que mesmo com esse excedente, o condomínio fica obrigado a pagar uma taxa mínima à concessionária.

Por que é “custo zero” para o condomínio?

Instalar o sistema de energia fotovoltaica no condomínio é considerado “custo zero” porque o condomínio não paga nenhuma taxa extra para isso: o dinheiro destinado à conta de luz, que é economizado mensalmente, é o que banca a instalação das placas e toda a mão de obra envolvida.

“Queríamos algo que realmente fosse uma solução para os condomínios, que não impactasse nas finanças e que trouxesse sustentabilidade”, pesa Nilo.  

Manutenção e garantia dos sistemas

Enquanto o condomínio estiver pagando o financiamento, o mesmo estará coberto para as manutenções necessárias.

“As placas em si têm garantia de 25 anos pelo fabricante e apresentam vida útil de 40 anos”, explica Nilo. 

Saiba mais

Suncondo ou 0/xx/11/3862-3388.

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