Coluna: De Olho no Mercado

Feiras em condomínios

Serviço é opção para quem não quer sair para fazer compras

Por Mariana Ribeiro Desimone

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017


Oferecer mais serviços para os moradores pode ser uma ótima opção, principalmente se isso não significar mais custos para o condomínio. 

Por isso mesmo as feiras em condomínio se tornaram um dos serviços mais desejados.

“É algo bom para todo mundo: nós temos para quem vender, o condomínio ajuda os moradores a se conhecerem e a não precisar sair do local para fazer sua feira”, explica Rafael Pinto da Silva, da Feira Premium, que organiza “equipes” de feirantes para trabalhar em condomínios junto a seu sócio Felipe Igor Soares Roberto.

O trabalho da empresa dele é justamente organizar, com os condomínios, as feiras no local. A Feira Premium já conta com mais de 50 clientes na Grande São Paulo e interior.

Como funciona

“É essencialmente uma troca: o condomínio cede o espaço e nós entramos com as bancas. Deixamos o espaço limpo como encontramos. Alguns empreendimentos permitem que o lixo fique no local após a feira. Em outros, temos que trazer com a gente”, aponta Rafael.

O serviço de feira livre pode funcionar em dois horários: das 17h às 21h, durante a semana ou das 10h às 14h, aos finais de semana

“No caso da feira noturna, às 22h estamos nos retirando. Deixamos tudo da forma que encontramos, tudo limpo e em ordem”, informa ele.

Dependendo do espaço e da estrutura oferecida pelo condomínio é possível fazer uma feira maior.

Os locais mais usados pelas feiras são a quadra e o salão de festas.

A feira básica conta com barraca de frutas e verduras, pastel e caldo de cana, sobremesa, churrasco e lanches na chapa.

“Só trabalhamos com alimentos. Não levamos barracas de outros itens”, explica.

Quando há mais espaço, pode-se ofertar queijos, carnes já embaladas (produtos com registro na Vigilância Sanitária), massas, churrasco, salgados assados, etc.

Preço

Muita gente fica com medo do preço praticado nas feiras dentro do condomínio, mas o empreendedor garante que o valor cobrado é o mesmo de uma feira livre.

“O que cobramos aqui tem que ser legal tanto para quem vende como para quem compra. Não ia adiantar cobrar a mais, porque todo mundo sabe o preço das coisas”, argumenta Rafael.

É uma situação em que todos ganham: quem tem a comodidade de comprar sem sair de casa e quem vende em um local fechado e mais seguro, livre de assaltos, por exemplo.

Como implantar

Para que não haja problemas, o ideal é aprovar em assembleia, com maioria simples, a feira do condomínio.

Assim, evita-se que o síndico tenha que acabar com o evento na primeira reclamação.

Sugere-se também que na assembleia de aprovação vote-se um período de experiência de um ou dois meses para que haja tempo de afinar as expectativas dos moradores com o serviço prestado.

Outros serviços

O time da Feira Premium oferece outros serviços além da feira. Também podem ser contratados para fazer carnes assadas aos domingos no condomínio, e os moradores compram por peso. 

Saiba mais

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