21/08/26 11:40 - Atualizado há 4 dias
O interfone toca: é uma entrega de ração agendada. Quinze minutos depois, a van de um "taxidog" solicita autorização para buscar o cão de um morador no 10º andar. Pouco antes do fim do dia, um prestador externo de banho e tosa chega para um atendimento em domicílio.
Para o síndico e para a equipe de segurança, o que parece ser o cotidiano de um prédio moderno é, na verdade, o sintoma de uma "logística invisível" que sobrecarrega as portarias, infla o fluxo de pessoas estranhas nas áreas comuns e consome o tempo da gestão.
Essa pressão operacional não é fruto do acaso, mas de uma transformação demográfica sem precedentes no Brasil. Segundo o relatório "Faturamento e População Pet no Mundo – 2026", elaborado pela Abempet (Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação), o Brasil consolidou sua posição como a 3ª maior população pet do mundo, com 166,8 milhões de animais de estimação. O vínculo entre humanos e animais mudou de patamar: os pets agora são membros centrais da estrutura familiar, um movimento impulsionado pela queda na taxa de fecundidade brasileira (1,6 filho por mulher em 2024) e pelo envelhecimento acelerado da população.
Apesar de 24% dos condomínios residenciais já abrigarem essa "população multiespécie", menos de 1% dos empreendimentos estão realmente preparados para oferecer serviços dedicados. É nesse cenário que soluções como a Pet 247 Market deixam de ser um recurso luxuoso para se tornarem um pilar de conveniência e segurança ativa. Já a pesquisa Ucondo mostra que 43% dos novos condomínios já incluem infraestrutura pet, sinal de que o mercado imobiliário percebe o valor desse diferencial.
Os dados da Abempet revelam uma indústria resiliente que projeta faturar R$ 81,24 bilhões em 2026, com o Sudeste concentrando 48,2% de toda a população pet nacional. O destaque fica para o crescimento dos gatos (alta de 4,5%), uma tendência diretamente ligada à urbanização e aos espaços reduzidos dos apartamentos modernos. Para Bruno Miano, cofundador da Pet 247 Market, ignorar essa massa crítica de moradores é um erro estratégico.
"O crescimento do número de pets nas famílias brasileiras não é um modismo passageiro — é uma mudança estrutural, puxada por menos filhos, mais gente solteira e uma população que está envelhecendo e buscando companhia", explica.
Ele reforça que o perfil de quem busca um imóvel mudou: "Hoje, comodidade para pet pesa na decisão de compra e locação tanto quanto academia ou espaço gourmet pesava há alguns anos". Essa visão é confirmada pelos canais de consumo. Embora os pet shops de bairro ainda liderem (48%), o e-commerce e os canais de conveniência crescem rapidamente. O desafio é que o consumo externo gera um custo logístico para o condomínio que raramente é contabilizado.
Um dos maiores benefícios de internalizar os serviços pet é o alívio imediato no controle de acesso. O fluxo de entregadores de pet shops e vans de transporte animal é uma das maiores vulnerabilidades de segurança hoje.
"Pense no volume de idas e vindas que hoje passa pela portaria só por conta do pet: entrega de ração, aplicativo de transporte para levar o cão no pet shop, prestador de serviço externo de banho e tosa. Cada um desses fluxos gera trabalho de portaria: autorizar acesso, registrar e, às vezes, acompanhar" pontua Miano.
Ao trazer o mercado e a estética para dentro do prédio, o impacto é drástico. Em um caso real acompanhado pela empresa no Rio de Janeiro, a instalação de uma unidade da Pet247 evitou cerca de 200 atendimentos externos por mês. Na prática, são 200 viagens a menos de pessoas estranhas entrando ou circulando no perímetro do condomínio. "Isso reduz a carga operacional da portaria e da equipe de segurança, com menos pessoas e veículos externos circulando pela área comum", completa.
Para que um serviço seja viável em um condomínio, ele precisa ser útil ao morador e indolor para a gestão. O síndico profissional Stanley Araújo, da Araújo Assessoria, implementou a solução há cerca de um ano e destaca a transformação de espaços que antes eram ociosos.
"No nosso caso, já tínhamos uma sala disponível no condomínio e a Pet 247 Market transformou completamente aquele espaço. Foi feita toda a adequação e identidade visual, com instalação de ducha quente, secadores, área para banho e tosa, gôndolas e toda a estrutura necessária", relata Stanley.
Ele enfatiza que a diferença para os minimercados convencionais é a diversidade do catálogo.
"A Pet 247 Market trouxe outro conceito. Não estamos falando somente de vender ração. Existe banho, tosa, produtos de higiene, tapetes higiênicos, areia para gatos, brinquedos, acessórios e diversos outros itens. Acaba sendo realmente um espaço inteiro dedicado ao universo pet".
Além da comodidade, Stanley aponta para a valorização patrimonial:
"Quando conseguimos transformar um espaço que estava vazio ou subutilizado em um serviço que efetivamente faz parte da rotina dos moradores, estamos, ao mesmo tempo, aumentando a satisfação de quem vive ali e agregando valor ao patrimônio".
A conveniência pet também se provou uma ferramenta de inclusão social e eficiência de tempo. O modelo da Pet 247 Market utiliza Inteligência Artificial para o agendamento de serviços via WhatsApp, o que resolve a vida de moradores com agendas saturadas.
"Quem trabalha em home office vive de agenda picada — uma call às 10h, outra às 14h, sem tempo de ficar no telefone tentando marcar horário. O agendamento pelo WhatsApp resolve isso porque funciona do mesmo jeito que a pessoa já resolve tudo o mais no dia a dia", explica Bruno Miano.
Há também o impacto na vida de idosos ou pessoas sem carro. Bruno cita casos reais de moradores que haviam reduzido os cuidados com seus animais por dificuldade de transporte. "Uma cliente idosa que tinha um cão como companhia não tinha condições de se deslocar com frequência e ele estava ficando bastante sujinho. Após a instalação da nossa unidade no condomínio onde mora, passou a dar banho no seu pet semanalmente", compartilha Miano. Para esses perfis, ter o serviço a poucos passos de casa não é apenas luxo, é acesso e facilidade.
A Pet 247 Market opera em um modelo Plug-and-Play, desenhado para ser implementado sem obras estruturais complexas e, principalmente, com custo zero para o caixa do condomínio. A empresa oferece dois formatos adaptáveis ao porte do empreendimento: PetExpress: Focado em produtos com autoatendimento 24h. É o modelo ideal para condomínios a partir de 400 unidades habitacionais, ocupando espaços compactos (a partir de 4 metros lineares). A loja oferece ração, petiscos, itens de higiene, acessórios e brinquedos para pets. O mix é adaptado ao perfil de cada condomínio, atendendo às necessidades dos moradores. PetCare: A solução completa que une o mercado 24h a serviços de estética animal (banho, tosa e tratamentos de pelagem). Recomendado para condomínios de grande porte, acima de 700 unidades, ocupando áreas a partir de 14m². Em ambos os modelos, o risco operacional e o investimento em estoque são assumidos integralmente pela Pet 247 Market e seus licenciados.
"O princípio é simples: quem investe na estrutura, no estoque e na operação do dia a dia é o licenciado, não o condomínio. O condomínio cede o espaço e, em contrapartida, recebe uma remuneração recorrente por isso — funciona como uma locação comercial de baixíssimo atrito", detalha Bruno Miano.
A presença de serviços, como da Pet 247 Market, já se tornou um diferencial citado até por corretores em anúncios de venda e locação. Ter uma unidade dentro do empreendimento comunica que o condomínio está atento às novas formas de morar e conviver. Como resume Stanley Araújo: "
Eu recomendo porque é uma solução que consegue unir três coisas fundamentais para a gestão: comodidade para o morador, melhor aproveitamento dos espaços comuns e valorização do condomínio".
Em um mercado onde o cuidado pet não é mais considerado supérfluo, mas uma necessidade essencial de saúde pública e bem-estar familiar, oferecer serviço profissional é o caminho mais curto para uma gestão moderna, segura e financeiramente inteligente.
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Nota: A coluna “De olho no mercado” se refere a informes publicitários. Esse tipo de texto publicitário serve para que um anunciante escolhido pela equipe do SíndicoNet explique como funciona seu produto ou serviço de maneira diferenciada. O SíndicoNet não trabalha com matérias pagas, e essa é a nossa maneira de lhe dizer que esse conteúdo é publicitário e foi escolhido cuidadosamente para você, nosso leitor. Isso reafirma o nosso compromisso com a transparência do nosso conteúdo.