quarta-feira, 22 de julho de 2026
Um pintor sobreviveu a uma queda do 7º andar de um edifício no centro de Pato Branco, no Sudoeste do Paraná. O acidente ocorreu na manhã de terça-feira (21/7) e a queda foi de aproximadamente 24 metros.
O trabalhador não ficou em queda livre porque usava equipamento de segurança. Ele atingiu uma central de gás localizada entre três e quatro metros do chão, segundo o Corpo de Bombeiros.
O sargento Marcio Greco, do Corpo de Bombeiros, avaliou o estado do pintor após o resgate.
"Nada muito grave. Ele pode ter uma fratura na clavícula. Pela altura que ele caiu, ele está muito bem. O equipamento protegeu ele. Mesmo ele caindo, ele não caiu em queda livre", afirmou o sargento.
O homem foi socorrido com dores no corpo e encaminhado a um hospital em Pato Branco. O dono da empresa de pintura para a qual o trabalhador presta serviços foi ao local e prestou apoio ao funcionário.
O nome da empresa não foi divulgado. As circunstâncias da queda serão investigadas.
✅ Em regra, se o pintor era funcionário de uma empresa terceirizada, a responsabilidade trabalhista e de segurança imediata é da empresa empregadora, pois ela deve fornecer EPIs, treinamento, supervisão e cumprir normas de segurança.
⚠️ Mas o condomínio pode ser responsabilizado se houver falha na contratação ou fiscalização, por exemplo:
📌 O Código Civil, no art. 1.348, V, atribui ao síndico o dever de diligenciar a conservação e guarda das partes comuns e zelar pelos serviços de interesse dos possuidores. Por isso, em obras e pinturas, o condomínio deve atuar preventivamente.
Na prática, após a queda:
O caminho mais seguro é o condomínio manter contrato formal, exigir documentação técnica e seguro, e registrar a fiscalização. Isso não elimina todo risco, mas reduz bastante a responsabilidade do síndico e do condomínio.
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