Segurança

Violência doméstica

GO: Mulher cai de prédio após 3 dias de cárcere privado

Por SíndicoNet

terça-feira, 24 de março de 2026


Uma mulher foi mantida em cárcere privado e torturada pelo marido durante três dias em um apartamento de Águas Lindas (GO), no Entorno do Distrito Federal. O caso terminou na última quarta-feira (18/3) com a queda da vítima do terceiro andar do prédio. A Polícia Civil de Goiás investiga se a mulher foi empurrada pelo agressor ou se ela se jogou para fugir dele.

A vítima permaneceu trancada no apartamento por três dias consecutivos. Durante esse período, ela foi submetida a agressões pelo companheiro. Testemunhas relataram à polícia que a mulher estava sendo mantida em cárcere privado e agredida.

Após conseguir fugir do local, ela pediu ajuda. A vítima retornou à residência e tentou se esconder. O marido arrombou a porta e foi atrás dela. Em seguida, a mulher caiu do terceiro andar do edifício.

Vizinhos que a viram despencar do apartamento acionaram o Corpo de Bombeiros (CBMGO) e a Polícia Militar (PMGO). Policiais militares do 17º BPM e bombeiros de Águas Lindas foram acionados para atender a ocorrência.

A mulher foi socorrida com fraturas graves na perna e no braço. Ela apresentava diversos ferimentos. O Corpo de Bombeiros atendeu a vítima. Ela foi levada para um hospital da região. Ainda não há informações sobre o estado de saúde da mulher.

No local da ocorrência, a vítima, com medo de ser morta, não quis falar nem dar detalhes sobre o caso.

Logo após a queda, o marido da vítima fugiu do local. Ele foi capturado momentos depois em uma loja de materiais de construção da região. A equipe da PM apreendeu porções de maconha com o agressor. O suspeito possui passagens por tráfico de drogas. Ele tem antecedentes criminais na Bahia.

A Polícia Civil de Goiás vai apurar o crime. A polícia não descarta a suspeita de tentativa de feminicídio.

Como o síndico deve agir em casos de violência doméstica no condomínio?*

✅ Como o síndico deve agir:

📌 Caminho recomendado: segurança primeiro (acionar autoridades se necessário) + registro (provas e ocorrências) + medidas internas (notificação/multa/assembleia em casos graves e recorrentes).

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