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Pergunta

Luis Adelson Dantas

como posso fazer o pagamento do condominio "em juizo"para nao ficar inadimplente ? Tem Custo ?

Por Luis Adelson Dantas
6 anos atrás

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Respostas (8)

E. Rui Franco
E. Rui Franco respondeu
6 anos atrás

Luiz, poruqe fazer em juízo ? Não há acordo para pagamento, ou você quer partir para a abriga. Esses depópsitos terão que serem feitos por advogado peticionando.Portanto tem custo.

Angela Merici Grzybowski
Angela Merici Grzybowski respondeu
6 anos atrás

Luis, por que que fazer esse tipo de pagamento, tem custo e dão dor de cabeça para ambas as aprtes. Pague o que deve ser pago e questione o que está te incomodando ou o que esteja errado. Mas explique melhor para que possamos te dar opiniões mais esclarecedoras.

Maria Telma Falcão de Carvalho
Maria Telma Falcão de Carvalho respondeu
6 anos atrás

Tem custo sim, tem que peticionado por um advogado e domora muito o condomínio receber o que você pagou em juízo. Um dos prejudicados será você mesmo.
É melhor pagar sem necessidade de entrar em fria.

RAPHAEL DE OLIVEIRA ALVES
RAPHAEL DE OLIVEIRA ALVES respondeu
6 anos atrás

Luís,

Como todos já disseram com propriedade, pague as suas dívidas junto ao Síndico, para evitar mais gastos e dores de cabeça.

Contudo, se você optar por assim faze-lo, coisa que, NÃO RECOMENDAMOS, há uma ação chamada CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO, para que você efetue o pagamento, evitando-se os efeitos da inadimplência.

Caso seja a sua opção, procure um profissional do direito, para que efetue a Consignação dos valores por você devidos.

Esperamos te-lo ajudado,

Raphael Alves

Jussara Cunha
Jussara Cunha respondeu
6 anos atrás

O Depósito em Juizo em 10 Passos


1) Quem DISCORDAR DO VALOR ou da LEGALIDADE de uma cobrança, como da mensalidade escolar, uma prestação ou uma dívida antiga, e o credor não quiser receber o valor tido como correto, poderá o devedor depositá-lo em juízo para liberar-se da dívida.

2) Com o advento da lei 8.951, em vigor desde de fevereiro de 1995, o cidadão poderá proceder com extrema rapidez facilidade o depósito de valores em juízo.

3) Primeiro passo é dirigir-se a uma agência de um banco oficial (Caixa Econômica Federal, etc.) e depositar o dinheiro em uma conta com correção monetária, sempre informando ao funcionário do Banco sobre a finalidade, pois a conta é especial.

4) Em seguida ao depósito efetuado o devedor tem o prazo de cinco dias para comunicar ao credor que o depósito foi efetivado.

5) A comunicação deve ser feita por meio de correspondência registrada, protocolada, ou enviada pela via de Cartório de Registro de Títulos e Documentos. O importante é comprovar que foi feita a comunicação nos termos que a Lei exige.

6) Quando o credor recebe a comunicação terá um prazo de dez dias para optar por sacar o valor do depósito e não dar qualquer resposta, ou não aceitar o valor depositado, explicando formalmente o porquê da sua recusa.

7) Na Hipótese do credor sacar o dinheiro depositado, ou deixar de responder no prazo legal, o devedor estará liberado da dívida e o recibo bancário com a comunicação formarão o documento hábil para comprovar a quitação de sua dívida, entretanto, se o credor formalmente não aceitar o depósito, o devedor terá o prazo de 30 dias para ingressar em juízo com uma ação de consignação em pagamento, neste caso por intermédio de um advogado.

8) Ao peticionar, o advogado pedirá que o juiz fixe uma data para que o credor compareça ao cartório para receber o crédito oferecido. Se ele não for, é deferido o depósito em juízo e começará a discussão judicial que somente será definida pela sentença do juiz.

9) Como o processo pode ser demorado, em alguns casos poderá levar anos para a decisão final, se a dívida for em prestações, o Devedor deverá continuar depositando, à disposição do juiz, as demais parcelas, juntado no processo os respectivos comprovantes dos depósitos.

10) Ao fim do processo, se o Devedor lograr êxito como vencedor da demanda, o credor será compelido a receber os valores depositados e será condenado no pagamento das custas e dos honorários de advogado, entretanto, se o Devedor perder, deverá pagar a diferença pretendida pelo credor e ainda os honorários de advogado, custas judiciais e as multas eventualmente contratadas.

Fonte: * http://www.consumidorbrasil.com.br/consumidorbrasil/textos/paratodos/depositoemjuizo.htm#Dez

paulo roberto lins alves
paulo roberto lins alves respondeu
1 ano atrás

Achei interessante este post antigo mas não pude deixar de me manifestar. É interessante e preocupante como como o brasileiro é relapso e egoísta e nada solidário. Um monte de não-sei-o-que deixaram de responder decentemente a pergunta do Luís Adelson, mas apenas a Jussara Cunha teve a seriedade e capacidade de ser útil respondendo o passo a passo sobre o que foi perguntado.

Fonte: Fonte Moral e Cívica

Paulo A.

Raimundo Rebouças de Carvalho
Raimundo Rebouças de Carvalho respondeu
49 dias atrás

É isso Sr. Paulo R. L. Alves! Nota-se nas respostas, sempre o protecionismo. O certo é certo, o errado é errado. Um detalhe - no Art. 1348 VIII preceitua que: `` o síndico deverá prestar contas em AGO e QUANDO EXIGIDO. Mas quando se faz a pergunta as respostas, não sei por que sempre dizem que o síndico não deve satisfação individual. O ``QUANDO EXIGIDO`` deste artigo se refere a essa individualidade. Todos que desembolsam algum dinheiro tem o direito de saber o seu destino. Ou tô errado? Fui síndico e não dono do condomínio.

Eduardo Stefanes Santamaria
Eduardo Stefanes Santamaria respondeu
49 dias atrás

Raimundo, você tem razão, o síndico não é dono e é questão de transparência prestar contas individualmente.

Contudo, a lei não obriga. O referido artigo diz:

VIII - prestar contas à assembléia, anualmente e quando exigidas;

Ou seja, o síndico tem obrigação de prestar contas à assembleia. (ponto) Quando ele tem que prestar PARA A ASSEMBLEIA? Anualmente e quando exigida.
Em nenhum momento fala que é para uma única pessoa e sim para uma assembleia. O legislador, ao colocar aquela vírgula ali, mostrou que a obrigação que ele buscava era somente em relação à assembleia e separou a oração para dar o tempo que devia ocorrer, qual seja, uma vez ao ano OU ainda quando a assembleia exigir a qualquer momento, mesmo se prestou no mês anterior.

Eduardo Santamaria

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