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Fernanda

Calúnia de crianças

Por Fernanda
35 dias

Crianças faziam algazarras em local proibido do prédio - Hall - sem acompanhamento dos pais ou algum adulto.
A “brincadeira” piorou quando uma delas foi empurrada e eu como estava longe do local, gritei “braba” para parar a brincadeira e recolher os estofados do sofá que eles jogavam uns nos outros. Como eles não obedeceram pedi ao porteiro pra avisar e subi para o meu aparamento. Se formou um caos debaixo do prédio e um dos moradores, que escutou a confusão do seu apt., me informou que uma mãe dizia que eu AMEACEI de bater neles. Outros adultos estavam no local e podem comprovar que não houve ameaça. Dia seguinte a sindica também disse que ouve essa conversa de ameaça no prédio. Dois dias seguinte, encontro a mãe do menino que disse que os ameacei. Outro caos 😔.
a mesma reforçou em alto tom que o filho e as outras crianças confirmaram a ameaça, porém quando eu perguntei a criança que estava ao lado da mãe, o mesmo disse “ouvir dizer que sim”. A mãe descontente começou a me ameacar verbalmente dizendo “que tinha amigos da policial civil e etc e que isso era uma ameaça e eu iria vê.”
A criança tem 12 anos, as outras entre 7 a 10, estavam todos sozinhos as 20h30. Diversas reclamações referente a algazarras em locais proibidos do prédio não foram resolvidas pela síndica, e agora estou sento caluniada por ameaça a criança.
Como devo proceder?!

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Respostas (1)

Fernando Síndico
Fernando Síndico respondeu
34 dias

Senhora Fernanda,

A situação é bem delicada, porem o papel do sindico é tentar ajudar a auxiliar as partes envolvidas neste conflito ser o intermediador, para se garantir a ordem e as regras do regulamento - interno.

lembrando cada um defende seu direito pessoalmente

Há várias situações que geram desgastes ou constrangimentos entre qualquer pessoa, especialmente se for um vizinho. Logicamente, alguns atos incomodam, tais como:

arrastar móveis ou ter crianças que ficam fazendo barulho na laje até altas horas;
fumar na varanda e jogar a fumaça na janela do vizinho, além dos restos do cigarro;
estacionar o carro de forma a avançar na vaga demarcação da sua vaga ou que abusa ao estacionar na sua vaga;
abrir a porta do carro de forma abrupta e constantemente amassar a lateral do seu automóvel;
recusar-se a consertar a goteira que está danificando o teto, o piso e até armários do seu apartamento, além de prejudicar a saúde dos familiares com mofo.
Realmente é o fim ter que exigir que uma pessoa cumpra com seu dever. Causa desconforto ter que solicitar a um vizinho que deixe de praticar um ato que nunca existiria caso tivesse respeito e educação.

É nosso desejo ter somente alegria e satisfação na nossa vida, especialmente onde moramos e trabalhamos. Justamente por isso, deixamos de reclamar em várias situações. Mas tudo tem um limite e com o passar do tempo torna-se necessário cessar atos que nos agridem, antes que as coisas saiam do controle.

O Síndico deve agir quando o problema é coletivo

É dever do síndico assumir a iniciativa de resolver problemas se estes afetam as áreas comuns, como por exemplo, a infiltração de um apartamento que atinge a portaria ou corredores, o abuso do morador que estaciona no corredor da garagem e o alto som de festas que acordam os moradores de vários apartamentos.

Mas, quando o atrito ou polêmica diz respeito a apenas dois condôminos, cabe a estes contratarem profissionais por conta deles para eliminar as pendências, sejam elas relacionadas à engenharia, periciais ou jurídicas.

Em muitos casos, diante da má vontade ou da complexidade da polêmica, é necessário um processo judicial que deverá ser custeado apenas pela parte prejudicada, mas essa de forma habilidosa tentar transferir esse problema para o condomínio e para o síndico. Essa atitude não é inteligente, pois acaba que o síndico não age com rigor e o infrator acaba ficando mais à vontade para cometer abusos, sendo que em alguns casos vemos verdadeiras tragédias, com agressões físicas que poderiam ser evitados se medidas judiciais prévias fossem tomadas.

No seu caso aconselho sempre ter um bom dialogo com os vizinhos muitas vezes resolve, não resolvendo sugiro reunir provas dos fatos no intuito de comprovar a sua versão e supostamente formalizar para o sindico através de livro de concorrência ou e-mail oficial para que o mesmo faça valer o regimento interno e por ultimo procurar um advogado para garantir os seus direitos.



Síndico Profissional Fernando Hipólito .
fernandorig@outlook.com

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