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Pergunta

leonilda marta schellin

qual quórum para trocar os elevadores velhos por novos?

Por leonilda marta schellin
Perguntou há mais de 1 ano

nossos elevadores em 39 anos. Modernizar parece jogar dinheiro bom em coisa ruim. Motores, máquinas funcionam, mas até quando? Temos empresa cotando, mas sindico aborta dizendo precisa quórum 2/3. Entendemos 50% mais 1 dos presentes em assembleia. se trata substituir velho por novo e não instalar novos. qual é o correto?

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Respostas (14)

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Paulo Miller
Paulo Miller

Respondeu há mais de 1 ano

Concordo com seu síndico: obra voluptuária, necessita de 2/3 de aprovação. E antes que venha alegar obra útil (50% +1), seria no máximo trocar os motores para economizar energia.

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Luiz Leitão da Cunha
Luiz Leitão da Cunha

Respondeu há mais de 1 ano

Eu também considero a obra voluptuária. Logo, 2/3 para aprovação.

Assinatura: Luiz Leitão da Cunha

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Anônimo
Anônimo

Respondeu há mais de 1 ano

Leonilda

independentemente da classificação da obra, o mais importante é discutir o que é melhor para o condominio.

esse tipo de ação não sai barato, portanto é inteligente discutir como se dara a cobrança e os gastos, em assembleia, que é o local indicado.
Eu concordo com o seu sindico, so faria com 2\3 de anuencia

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Marisa Marta Sanchez
Marisa Marta Sanchez

Respondeu há mais de 1 ano

Leonilda sobre as diversas benfeitorias a lei 10406/02 as define da seguinte maneira:

Art. 96. As benfeitorias podem ser voluptuárias, úteis ou necessárias.
§ 1o São voluptuárias as de mero deleite ou recreio, que não aumentam o uso habitual do bem, ainda que o tornem mais agradável ou sejam de elevado valor.
§ 2o São úteis as que aumentam ou facilitam o uso do bem.
§ 3o São necessárias as que têm por fim conservar o bem ou evitar que se deteriore.

Então Euzinha entendo, e já vi que estou sozinha no entendimento, que ninguém vai se "deleitar ou se recrear" num elevador, o que o tira da categoria voluptuária. É uma situação onde claramente haverá aumento e facilitação do uso portanto MAIORIA DOS CONDÔMINOS. Atenção: de todos os condôminos e não só dos presentes em assembleia; não tem nada nessa obra que ameace o prédio de deterioração caso não seja feita.

Abraços

Assinatura: Gestora de Imóveis - Graduada Universidade CESUMAR. Pós Graduada SENAC. Mediação e Arbitragem TASP.

contato: mari.marta_imoveis@hotmail.com

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Paulo Miller
Paulo Miller

Respondeu há mais de 1 ano

Marisa, nessa discordo de você. Trocar uma elevador que ainda funciona por um novo é sim mero deleite porque é apenas pela satisfação de ter algo novo e/ou mais bonito.

Assim como trocar as pastilhas da fachada do prédio pelo simples deleite de colocar novo acabamento mais bonito, é obra voluptuária.

Modernizar um elevador raramente vai provocar aumento ou facilitação de uso, visto que ele provavelmente continuará com as mesmas características do anterior. A não ser que o anterior seja muito ruim (capacidade para 3 ou 4 pessoas por exemplo).

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Marisa Marta Sanchez
Marisa Marta Sanchez

Respondeu há mais de 1 ano

Oi Paulo, alguém já disse que toda a unanimidade é burra. E sinceramente nossos debates servem sempre para arejarmos nossas ideias. Eu nunca pretendi ter razão em tudo e suas opiniões são sempre fundamentadas.

Desta vez nós continuamos discordando. Sem sabermos do caso concreto mas sabendo apenas o que a Leonilda relata, é um elevador de 39 anos e você há de convir que por mais que dure não pode durar para sempre. S eu tiver que optar entre retificar uma peça do meu carro ou troca-la não tenha duvida que a troca será feita. E não será embelezamento, será utilidade.

Mesmo falando-se em reforma e não troca, ainda assim é razoável supormos que uma reforma não terá a mesma durabilidade ou garantia que uma troca e a menos que nós estivéssemos falando de substituição por elevador panorâmico continuo não vendo natureza voluptuaria em elevador. Ao contrário de um pastilhamento visível e estético o elevador fica quietinho no canto dele.

LEONILDA nem pense em passar isso como obra necessária.
Veja acordão:
"Ainda que a facilitação do acesso aos elevadores de pessoas com deficiência física e de idosos seja desejável e louvável, não se pode ignorar a necessária conclusão de que a reforma aprovada em assembleia pelos condôminos tem de fato natureza de benfeitoria útil, e não necessária"

"Ainda que a facilitação do acesso aos elevadores de pessoas com deficiência física e de idosos seja desejável e louvável, não se pode ignorar a necessária conclusão de que a reforma aprovada em assembleia pelos condôminos tem de fato natureza de benfeitoria útil, e não necessária"

http://tj-sp.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/116148546/apelacao-apl-191276720128260562-sp-0019127-6720128260562/inteiro-teor-116148556

Assinatura: Gestora de Imóveis - Graduada Universidade CESUMAR. Pós Graduada SENAC. Mediação e Arbitragem TASP.

contato: mari.marta_imoveis@hotmail.com

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Anônimo
Anônimo

Respondeu há mais de 1 ano

Marisa

voce esta correta, não adianta ficar discutindo o tipo de obra.

Elevador tambem é item de segurança, passivel ate de aprovação por maioria simples.

Como eu disse, o melhor a fazer é discutir em assembleia.

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leonilda marta schellin
leonilda marta schellin

Respondeu há mais de 1 ano

Marisa

muito obrigada. Você realmente é profissional e tem clareza de raciocínio.

nossos elevadores estão obsoletos. Mesmo reformando parcialmente os motores que ainda funcionam não ficarão muito tempo. Gastar uma fortuna para fazer uma reforma que nos levará fatalmente a num futuro próximo ter que trocar por novos, não faz o menor sentido. Dinheiro não dá em árvore. Há que se ter um raciocínio lógico e claro como o seu. Agradeço


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Luiz Leitão da Cunha
Luiz Leitão da Cunha

Respondeu há mais de 1 ano

Nélson Rodrigues disse isso, Marisa, e tem toda razão. Ninguém aqui é dono da verdade; cada um expressa sua opinião, e o consulentes acveitam aquela que acharem mais razoável. Eu acho que o embelezamento de elevadores, porque é disso que se trata, é obra voluptuária. É claro que os espertos vendedores usam o eufemismo "modernização" para facilitar as coisas.

Não sei se vocês conhecem aqueles elevadores de porta pantográfica, tão comuns nos prédios antigos da orla no Rio de Janeiro. Também vistos em filmes, até hoje, nos EUA, por exemplo. Se a troca deles fosse obrigatória, haveria lei dispondo sobre isso.

O que se faz nessas "modernizações" é trocar o revestimento de fórmica por aço anox e espelhos, colocar pisos de mármore, substituir a botoeira. Superficialidades.

Assinatura: Luiz Leitão da Cunha

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leonilda marta schellin
leonilda marta schellin

Respondeu há mais de 1 ano

Sr Luiz Cunha

faltou informar na minha pergunta o estado dos elevadores:
todos tem muito vazamento de óleo, os elevadores param ora 20 cm acima do piso outras até 20 cm abaixo. param no meio do caminho (laje) abrem as portas. dão socos incríveis, para nivelar as cabines até peso de concreto a mantenedora colocou no topo da cabine, coroa sem fim dá socos enormes, todos os reguladores de velocidade não tem lacre, cabos de tração e do regulador tem entre 25 e 35 anos. Polias tem as vias onde correm os cabos gastas, motor e máquinas estão obsoletas, quadro de comando é eletroeletrônico, quadro de força ainda tem fusíveis de cartucho, são 6 nesse estado. Não se trata de embelezar. é uma questão de jogar dinheiro bom em cima de coisa ruim.

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Paulo Miller
Paulo Miller

Respondeu há mais de 1 ano

Ser obsoleto não é necessidade de troca e muito menos idade. Se fosse assim, teria que derrubar o prédio junto porque está velho (rs).

A estrutura da cabine praticamente não envelhece e fazendo inspeção periódica poderá se manter por mais umas boas décadas. Vide plataformas de petróleo que estão funcionando há mais tempo que esse elevador, em ambiente hostil de corrosão, com esforços milhares de vezes maiores e ainda estão na labuta.

Existe uma diferença entre a parte mecânica, eletrônica e cabine.
A parte mecânica pode ser trocada por questão de economia e confiabilidade (segurança) - é útil
A parte eletrônica pode ser trocada ou implementada por questão de economia e confiabilidade - é útil
A cabine (e sua estrutura) se não tiver algum laudo que a desabone, é voluptuária.

Uso o próprio exemplo da Marisa já colocado no fórum (e assino embaixo nesta colocação dela) : quando se decidem mudar a fachada do prédio que está caindo pedaços: retirar os pedaços que está caindo é obra necessária mas aproveitar isso para mudar o resto que está bom, é voluptuária.

Leonilda, elevador parar ora para mais, ora para menos é questão de regulagem e acerto de freios. Não é por isso que se condena um elevador. Parar entre andares, idem.

Cabos de tração possuem inspeção periódica para verificação de quantidade de fios rompidos. Enquanto não alcançarem determinada numeração de fios partidos, ainda está em condições de uso.

Polia gasta se troca por outra nova.

Motor obsoleto não é motivo de troca - exceto se for por um motor com menos consumo de energia, que seria considerado útil.

Quadro de fusíveis com cartucho não quer dizer nada, se olhar no quadro de energia do seu prédio talvez a maior parte ou todas unidades ainda devem usá-lo e nem por isso a fornecedora de energia está obrigando vocês a trocá-los.

A única maneira de classificar como útil a troca da cabine por outra nova é se for para aumentar a capacidade de carga do elevador. Aí sim, junto com a parte mecânica dimensionada para essa nova carga, pode ser considerada útil.


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Marisa Marta Sanchez
Marisa Marta Sanchez

Respondeu há mais de 1 ano

Gente não é só aumento na capacidade de carga que torna a troca do elevador uma obra útil: acessibilidade a cadeirante, possibilidade de torna-lo automático dispensando o ascensorista, rapidez. Eu continuo vendo muito mais a facilitação no uso do que o deleite e a recreação.

Um fusquinha continua funcionando e circulando por aí. Mas um carro mais moderno não é deleite, é utilidade.

Assinatura: Gestora de Imóveis - Graduada Universidade CESUMAR. Pós Graduada SENAC. Mediação e Arbitragem TASP.

contato: mari.marta_imoveis@hotmail.com

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Luiz Leitão da Cunha
Luiz Leitão da Cunha

Respondeu há mais de 1 ano

Agora a questão ficou clara. Não se trata de modernização dos elevadores, mas de avaliar a relação custo-benefício entre reparo e troca. Pode ser que o conserto custe quase o mesmo que um equipamernto novo.

Mas, certamente, o estado deplorável do elevador se deve, pelo relatado, à manutenção deficiente, ou inexistente.

Assinatura: Luiz Leitão da Cunha

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