1. Incandescentes: são as lâmpadas mais usadas na iluminação residencial. Têm uma eficiência luminosa muito baixa, da ordem de 12 lm/W. Seu custo é baixo, mas sua vida útil também, cerca de 1.000h.
    Em ambientes amplos, frequëntados por muitas pessoas, seu uso deve ser pensado com cuidado, pois além de desperdiçar energia na iluminação, podem estar colaborando para elevar a carga térmica, acarretando mais gastos ainda com ar condicionado.
  2. Fluorescentes: Utilizadas comumente em empresas, exigem uma instalação especial com reatores. Têm vida útil (cerca de 7.500h) e custos maiores que as incandescentes. Todavia, sua eficiência luminosa é cinco vezes maior que a das incandescentes: superam os 70 lumen / Watt. Têm uma cor fria, com reprodução de cores que deixa a desejar.
  3. Fluorescentes compactas: São lâmpadas fluorescentes com o tubo em "U", simples, duplo ou triplo (estes últimos de maior potência) ou ainda na forma circular, com o reator já incorporado à rosca, com o mesmo formato da rosca das incandescentes comuns. Embora custe mais do que uma incandescente comum, dura cerca de dez vezes mais (10.000 h) e, para produzir o mesmo fluxo luminoso, consome somente 20% da incandescente. Devem ser preferidas lâmpadas com reatores eletrônicos.
  4. Mistas: combina uma incandescente e um tubo de descarga com alta pressão. Funciona em tensão de 220 V, sem reator. Emite cerca de 25 lumen/W. Possui vida útil de cerca de 6.000h. É uma alternativa para a substituição de incandescentes de alta potência.
  5. Halógenas: com 25% a 40% de redução no consumo em relação às incandescentes, também permitem uma perfeita reprodução de cores. São compactas e portanto adequadas à montagem de vitrines e à decoração em geral. Sua vida útil é de 2.000h. Admitem o dimmer e exigem base especial.
  6. Dicróicas: são um aperfeiçoamento das lâmpadas halógenas por terem um refletor capaz de concentrar o facho luminoso e ao mesmo tempo mandar para trás parte do calor emitido. Têm vida útil de cerca de 3.000h. Embora o vidro na face anterior seja opcional nos produtos oferecidos no mercado, ele é altamente recomendado no caso de a lâmpada ser colocada em locais de permanência de pessoas, caso contrário pode causar queimaduras semelhantes às queimaduras solares além de desbotar superfícies, como papéis, carpetes e tecidos. Possuem bocal específico. Podem ser adaptadas a um dimmer.
  7. Lâmpadas de LED: são as mais econômicas e resistentes. Entretanto, para uso residencial ainda possui um custo elevado

 

Que tipo de lâmpada é mais econômico?

As fluorescentes, vendidas no mercado nos formatos tubular, circular e compacta.

O tipo mais eficiente depende do ambiente que se deseja iluminar. "Para lugares que precisam de mais luz, como cozinha,garagens e área de serviço, as tubulares são mais adequadas. Já as compactas, também encontradas em tom amarelo, são indicadas para quartos e salas", afirma o engenheiro eletricista Marco Antonio Saidel, da Universidade de São Paulo (USP).

Um estudo realizado pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) revelou que as lâmpadas fluorescentes chegam a ser 79% mais econômicas e produzem 70% menos calor que as incandescentes.

 

Problemas e soluções
 

LÂMPADAS INCANDESCENTES
INCONVENIENTES
POSSÍVEIS CAUSAS
RECOMENDAÇÕES
Sensível diminuição do fluxo luminoso ou bulbo enegrecido
Funcionamento superior ao tempo médio de duração
Substitua a lâmpada
Curta duração e quebra do filamento
Funcionamento com temperaturas excessivamente elevadas
Verifique as condições de ventilação do aparelho de iluminação
Exposição da lâmpada a vibrações e batidas
Monte o lustre sobre suportes anti-vibratórios
Luz muito intensa e curta duração
A voltagem da lâmpada é superior a voltagem da instalação elétrica
Substitua a lâmpada por uma de voltagem compatível com a instalação elétrica
Luz fraca e avermelhada
A voltagem da lâmpada é inferior a voltagem da instalação elétrica
Substitua a lâmpada por uma de voltagem compatível com a instalação elétrica
LÂMPADAS FLUORESCENTES
INCONVENENTES
POSSÍVEIS CAUSAS
RECOMENDAÇÕES
Lâmpada que tremula ascendendo ou apagando
Falha normal do fim da vida da lâmpada
Troque a lâmpada
Se a lâmpada é nova
È provável que o fenômeno desapareça
Se a lâmpada é relativamente nova pode ser que o starter esteja defeituoso
Troque o starter
Diminuição do fluxo luminoso
Uso prolongado superior a duração média da lâmpada
Troque a lâmpada antes do seu esgotamento
A lâmpada não acende
Eletrodos queimados ou interrompidos
Troque a lâmpada
Starter falho
Troque-o
Ligações incorretas
Assegure-se que a lâmpada está devidamente nos contatos
Enegrecimento nas extremidades da lâmpada
Uso prolongado superior a duração média da lâmpada
Troque a lâmpada
Reator e starter com defeito
Providencie as trocas necessárias
As extremidades da lâmpada ficam acesas
Reator defeituoso ou o starter pode estar em curto-circuito
Providencie as trocas necessárias
Dificuldade para acender a lâmpada
Baixa voltagem da instalação elétrica, ou baixa qualidade do reator
Verifique se a voltagem do reator está dentro da faixa de operação
Temperatura ambiente muito baixa
Recorra a aparelhos de proteção térmica
LÂMPADAS A VAPOR DE MERCÚRIO
INCONVENENTES
POSSÍVEIS CAUSAS
RECOMENDAÇÕES
Luz escassa
Uso prolongado superior a duração média da lâmpada
Substitua a lâmpada
Camadas de poeira e sujeira na lâmpada
Efetuar limpezas periódicas nas lâmpadas e luminárias
Baixa voltagem
Verificar se a fiação não está sobrecarregada ou, talvez, o reator esteja defeituoso ou insuficiente
Ruptura do bulbo
Posição irregular de funcionamento
Observar as instruções do fabricante
Contato do bulbo com paredes frias devido à montagem incorreta da lâmpada
Providencie a montagem correta
Choques e vibrações mecânicas
Guarnecer o aparelho de iluminação com suportes anti-vibratórios
LÂMPADAS A VAPOR DE SÓDIO ALTA PRESSÃO
INCONVENENTES
POSSÍVEIS CAUSAS
RECOMENDAÇÕES
Luz escassa ou lâmpada enegrecida
Uso prolongado superior a duração média da lâmpada
Substitua a lâmpada
Camadas de poeira e sujeira na lâmpada
Efetuar limpezas periódicas nas lâmpadas e luminárias
Baixa voltagem
Verificar se a fiação não está sobrecarregada ou, talvez, o reator esteja defeituoso ou insuficiente
Ruptura do Bulbo
Choques e vibrações mecânicas
Guarnecer o aparelho de iluminação com suportes anti-vibratórios

Fonte: Conteúdo SíndicoNet; Portal Copel Conforto | Portal Planeta Sustentável / Revista Vida Simples


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