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AJMartani Individualização de Água e Gás

São Paulo-SP

Sobre a empresa

Logo da empresa AJMartani Individualização de Água e Gás

A AJ Martani é hoje, a maior instaladora de sistemas de individualização de água em prédios antigos, tidos como impossíveis de individualizar. É, também, a maior instaladora de sistemas de leitura de água e gás por radiofreqüência do Brasil.É a experiência, a competência e a dedicação que tornam a AJ Martani a Maior Empresa Nacional De Individualização De Água.

Serviços

Obras e Reformas

  • Hidráulica
  • Individualização de água
  • Individualização de gás
  • Individualização de energia elétrica

Diferenciais

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Localização

Rua Mariz e Barros, 135

Aclimação - São Paulo-SP

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Últimas respostas: 5
Cibele Bonilha Olivieri Gonçalves
AJMartani Individualização de Água e Gás respondeu há 3 meses
O decreto nº 24.714, de 1987, da cidade de São Paulo, por exemplo, diz que não é permitida a entrada de gás em botijões ou cilindros nas edificações que possuam instalação interna de gás canalizado, situadas em locais já servidos por rede de distribuição de gás canalizado. Não há legislação nacional sobre o uso de botijões de gás, mas sim, normas técnicas para regular as instalações, válvulas e mecanismos de segurança. Alguns municípios e estados possuem legislações específicas sobre o local dos botijões. O Decreto nº 897, de 21 de setembro de 1976, que dispõe sobre segurança contra incêndio e pânico no estado do Rio de Janeiro, proíbe a utilização de botijões de gás em prédios residenciais com mais de cinco apartamentos e comerciais em geral, a não ser no térreo ou do lado de fora da edificação. Nos prédios em que há gás canalizado, botijões ou cilindros são vetados. Em São Paulo, a lei surgiu em 1987. Uma das justificativas foi a de que, em razão da “falta de conscientização da população, vem constantemente ocorrendo, em número elevado, incêndios e vazamentos de gás liquefeito de petróleo (GPL) no interior das edificações, em muitas vezes com consequências graves”. Desde então, não é permitida a utilização de gás em botijões ou cilindros nas edificações que disponham de instalação interna de gás canalizado, assim como também é proibido botijões e cilindros nos apartamentos. Onde não há abastecimento da rua, deve haver uma área externa para os cilindros. O Decreto nº 24.714 previu um prazo de três anos para que todos se adequassem à regulamentação.
Ana
AJMartani Individualização de Água e Gás respondeu há 3 meses
A questão da natureza da obra não tem uma resposta de pronto sem antes se verificar, na situação concreta, como a medida se apresente para as necessidades do Condomínio. O artigo 96 do Código Civil define as benfeitorias úteis e necessárias pelo critério da finalidade que cada qual apresente para o imóvel, conforme a seguir: “Art. 96 – As benfeitorias podem ser voluptuárias, úteis ou necessárias. (...) § 2º - São úteis as que aumentam ou facilitam o uso do bem. § 3º - São necessárias as que têm por fim conservar o bem ou evitar que se deteriorem.” A benfeitoria útil agrega uma condição de melhoria na utilização do bem, com uma otimização das suas propriedades e qualidades. A benfeitoria necessária está ligada à conservação do imóvel ou à proteção de sua deterioração. Pois bem, se concretamente a individualização se apresente como a medida mais eficiente para sanar a integridade do bem, seja em seu aspecto material propriamente dito (vazamentos, instalações hidráulicas precárias, etc.), seja em seu aspecto de sobrevivência econômica ou exigência legal (ex. gastos de consumo de água elevadíssimos que desequilibrem as contas e comprometam a integridade financeira do Condomínio e por via reflexa, traga outros prejuízos ao imóvel como a falta de verba para manutenções necessárias, etc) entendemos que, desde que consubstanciada numa clara demonstração de certa premência, possa ser a obra em comento apresentada como uma obra NECESSÁRIA. Caso contrário, a obra de individualização de hidrômetros apresentar-se-á como uma OBRA ÚTIL ao Condomínio. Isto porque, uma obra voltada, em um imóvel, a melhorar a utilização de um determinado serviço está mais ligada à definição legal de utilidade. Além disso, no caso em espécie, vem agregar à propriedade um valor a mais que é o cumprimento de sua função social. A obra de individualização visa ao aproveitamento racional da água, água esta que, inclusive, não pertence ao Condomínio, como bem de domínio público que é. O Condomínio, como qualquer consumidor apenas dela se serve, através dos serviços de fornecimento de uma concessionária de serviço público. A Lei Municipal só vem impor aos seus destinatários o que, conscientemente, deveriam fazer sem o imperativo de uma norma cogente: usar melhor um bem natural em visível escassez e que não pertence a quem deles se utiliza.

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