Presa em lixeira
SP: Mãe fica presa em lixeira e filho de 1 ano fica do lado de fora
A dona de casa Renata Simões Leardini, 35 anos, ficou presa dentro da lixeira de seu condomínio em Mauá, na região metropolitana de São Paulo, enquanto seu filho Thomas, de 1 ano e 9 meses, permaneceu sozinho do lado de fora. O incidente ocorreu em 8 de novembro do ano passado, quando o portão gradeado da lixeira fechou com o vento e travou durante uma atividade rotineira de descarte de resíduos.
Renata havia descido ao andar térreo com o filho para jogar fora uma caixa grande. Ao entrar no espaço da lixeira para acomodar melhor o material, o portão fechou inesperadamente, separando mãe e filho. A área fica localizada na garagem do condomínio, o que aumentou a preocupação da mãe com a segurança da criança.
"Eu fiquei presa do lado de dentro e Thomas do lado de fora", relata Renata. A principal preocupação da mãe era a segurança do filho na área de circulação de veículos. "Eu pensei em segurar a mão dele, porque fiquei com medo de ele sair correndo e algum carro entrar na garagem sem vê-lo. Quem está saindo vê, mas quem está entrando pode não ver", explica.
A situação se complicou porque o sistema de abertura da lixeira não permite que pessoas presas no interior consigam sair sozinhas. "Não tem botão dentro da lixeira. Ele fica do lado de fora, por segurança, porque entra lixeiro, pessoal da reciclagem. Não tem chave para os moradores. Só o porteiro ou a equipe da limpeza conseguem abrir", detalha a dona de casa.
Por sorte, Renata estava com o celular no momento do incidente. "Levei porque, às vezes, meu marido liga, alguém precisa de alguma coisa... Coincidentemente, aconteceu esse episódio", conta. O aparelho foi fundamental para resolver a situação. "Consegui ficar mais calma porque falei com a porteira. Pensei: se aparecer alguém, eu peço ajuda. Agora, se eu estivesse sem celular, eu teria ficado desesperada", afirma.
Renata, que também é mãe de Luigi, de 10 anos, transformou a experiência em uma anedota familiar. Ela gravou um vídeo da situação que posteriormente compartilhou nas redes sociais.
"Eu sempre posto o que acontece na minha rotina. Na época, deixei guardado, mas depois lembrei e resolvi postar. Achei engraçado, uma situação absurda, algo que eu nunca imaginei passar. O pessoal acha engraçado, e eu também levei como um susto, mas hoje virou história", declara.
A presença do filho mais novo durante as idas à lixeira é comum na rotina da família. "Sempre que eu desço para a lixeira, ele vai junto comigo", diz Renata. Hoje, ela usa o episódio como um lembrete de segurança: "Agora, toda vez que eu desço na lixeira com ele, eu falo: 'Tom, toma cuidado com a mamãe pra eu não ficar presa na lixeira de novo!'".
Como evitar que travas prendam moradores em áreas comuns do condomínio?*
✅ O que fazer para evitar que travas prendam moradores
- Manutenção preventiva e testes periódicos: crie uma rotina (ex.: semanal no básico e mensal mais completa) para testar portas corta-fogo, portões, fechaduras eletroímã, molas, barras antipânico e controles.
- Garantir “rota de fuga” funcional: em áreas de passagem e emergência, use dispositivos adequados (ex.: barra antipânico em portas de saída) e nunca improvise travas.
- Procedimento para falha de energia/defeito: confirme se as portas com eletroímã têm sistema de destravamento em queda de energia e deixe instruções visíveis de como abrir por dentro.
- Boa comunicação e orientação: avise moradores e funcionários sobre o uso correto e sobre a proibição de “travar para segurar porta aberta”, evitando situações que podem virar constrangimento ilegal ou risco à segurança ⚠️.
- Regras claras no regimento + registro de ocorrências: formalize padrões de segurança e, se ocorrer, registre e corrija a causa (equipamento, ajuste, fornecedor, uso indevido).
📌 Caminho mais recomendado: vistorie os pontos críticos (portas/portões com trava) + implemente checklist de testes + comunique regras de uso. Se houver histórico de gente presa, trate como prioridade de segurança e corrija imediatamente.
* Conteúdo gerado pela Inteligência Artificial do SíndicoNet. Teste aqui!
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