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Administração

Adicional de periculosidade

Veja aqui como ajustar o salário dos vigias em sua previsão orçamentária

Publicado em: quinta-feira, 5 de junho de 2014

 Adicional de periculosidade para seguranças tem maior impacto em bairros nobres

Habitacional dá dicas de como deve ser feito o planejamento para que os condôminos não sofram com a diferença de reajustes Todos os anos, diversos fatores influenciam no reajuste da taxa condominial. Tanto as administradoras quanto os síndicos se esforçam ao máximo para que a tarifa não fique mais cara, mas está cada vez mais difícil atingir esse objetivo. Os responsáveis precisam analisar uma série de elementos para que o condômino sinta no bolso o menor impacto possível de eventuais aumentos. Planejamento é essencial, se não para evitar surpresas, pelo menos estar bem preparado para as mesmas ou qualquer tipo de emergência. A folha de pagamento dos funcionários, por exemplo, representa parcela significativa das despesas do condomínio. Em alguns casos, supera a casa dos 60%, sendo assim um dos elementos mais impactantes para os reajustes. Além disso, manutenções dos contratos, aumento nas tarifas das contas de consumo, inadimplência e, logicamente, a inflação do país, são levados em conta na definição dos tributos. Em outubro ocorre o reajuste dos funcionários no regime CLT, que deve ser mantido em 8%. O impacto de todos esses serviços e seus respectivos aumentos nos condomínios irá variar em média de 7% a 9%. Marcio Bagnato, diretor da Habitacional, administradora com mais de 210 empreendimentos em São Paulo, afirma que o adicional de periculosidade de 30% no salário-base de profissionais de segurança, “elevou as taxas condominiais, pois o aumento repassado às empresas chegou à casa de 20% sobre a fatura de serviços”. O maior impacto desse adicional foi observado em bairros nobres como Jardins, Higienópolis, Moema e Brooklin, onde condomínios utilizam vigilância externa para fazer a triagem na entrada das garagens.

Para que os condôminos não sofram com tantos reajustes, a Habitacional sugere que as demais administradoras se organizem junto dos síndicos: “As previsões orçamentárias devem ser bem elaboradas e sempre contar com uma sobra de, no mínimo, 5% para eventualidades. Esses imprevistos podem ocorrer em todos os condomínios, entretanto, aqueles antigos devem se preocupar ainda mais com esse extra, uma vez que pedem maior número de reparos e manutenções”, diz Marcio Bagnato.

Essa previsão apenas será realmente eficiente e eficaz, se todos os elementos forem devidamente verificados (gastos individuais, projeções de férias e 13º de funcionários, etc.), assim como o período em que os gastos vão ocorrer, e trabalhar mensalmente nas planilhas de custo para conferir se a previsão inicial teve alteração. Dessa forma, os impactos de reajustes podem ser diluídos ao longo do ano.

Fonte: www.segs.com.br

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