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Segurança

Afogamento em condomínio

Dicas para prevenir acidentes com crianças na piscina

terça-feira, 17 de dezembro de 2019
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Calor, crianças e piscina. O que o síndico pode fazer para diminuir os riscos de afogamento no condomínio?

No Brasil, todos os dias 17 pessoas morrem afogadas, três delas são crianças, segundo o Ministério da Saúde

Pode parecer que não, mas o verão já está às portas – principalmente dos condomínios residências que precisam estar em dia com as medidas de proteção noslocais de área com piscina. Segundo aSobrasa (Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático), quase seis mil pessoas morrem afogadas por ano no Brasil. E 44% desses afogamentos,ocorrem entre os meses de dezembro e março, durante a estação do verão.

Por isso, os condomínios com piscina precisam estar atentos aos acidentes e fatalidades com crianças e adolescentes com a chegada da temporada de calor e as férias escolares apontando no horizonte.

Outros dados da ONG Criança Segura mostram que o afogamento é a segunda causa de morte entre crianças de 1 a 14 anos no país. Das cerca de 17 pessoas que morrem afogadas todos os dias no país, três delas são crianças, pelo levantamento do Ministério da Saúde.

De acordo com o síndico profissional, Demilson Guilhem – e diretor da Mister Síndico, empresa de gestão profissional de condomínios –, as consequências podem ser sentidas juridicamente tanto pelo condomínio, como pelo síndico.

Para prevenir acidentes, o síndico deve adotar atitudes assertivas e regras para minimizar futuros problemas e zerar a possibilidade de tragédias. Abaixo seguem algumas dicas do que pode ser feito em condomínios: 

  • Observar se é necessário a presença de um guarda-vidas em piscinas com mais de seis metros de largura, seis metros decomprimento e 80 centímetros de profundidade.
  • Ter funcionário treinado do condomínio para vigiar o local durante o verão.
  • Estabelecer regras de segurança, como fixar na Convenção do Condomínio que crianças menores de 12 anos só podem ficar na piscina acompanhadas de adultos.
  • Proibir ingestão de bebidas alcoólicas na região da piscina.
  • Proibir que se corra no ambiente da piscina e mergulhe de cabeça.
  • Não permitir que a área seja utilizada enquanto a piscina esteja com a capa de proteção. Existe o perigo de as crianças caírem e não serem vistas.
  • Colocar placas de sinalização com profundidade,cuidados com objetos flutuantes e números de emergência, como dos Bombeiros (193), Polícia Militar (190) e SAMU - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (192).
  • Prevenir acidentes com a implantação de pisos antiderrapantes.
  • Fazer vistorias regulares nos ralos de piscina para verificar a sucção. Muitos acidentes são fatais já que as crianças são sugadas pelos cabelos. Instalar filtros podem diminuir a pressão dos ralos.
  • Instalar cercas altas para funcionarem como barreira ente a água e as crianças,
  • Colocar tranca de difícil manuseio na entrada da área da piscina e mantê-la trancada nos horários de fechamento.
  • Instalar câmeras de segurança que possam garantir o socorro rápido e salvar vidas em caso de acidentes.

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Férias escolares e clima quente chamam atenção para manutenção em piscinas e áreas de lazer

Números de acidentes e afogamentos aumentam nestaépoca do ano e o Ibape/SP reforça a importância de ações preventivas

Férias escolares são sinônimos de piscinas e clubes lotados. Todo mundo quer aproveitar o tempo livre e as altas temperaturas do verão, mas poucos se atentam às condições dos equipamentos.

Como o fluxo de pessoas aumenta nas áreas de lazer nesta época do ano, o Instituto Brasileiro de Avaliações ePerícias de Engenharia (Ibape/SP) alerta sobre a importância de verificar com proprietários, síndicos e responsáveis a conformidade das instalações com as normas vigentes.

Para se ter uma ideia, dados da Sociedade Brasileirade Salvamento Aquático (SOBRASA) divulgados em 2019 e referentes a 2017, o afogamento é a segunda causa de óbito entre crianças de 1 a 4 anos, a terceira entre 5 e 14; e a quarta entre 15 e 19, sendo que 44% dos casos acontecem entre dezembro e março e 52% das mortes na faixa de 1 a 9 anos de idade tem piscinas e residências como cenário. Um outro ponto muito importante é que crianças de 4 a 12 anos que sabem nadar se afogam mais pela sucção da bomba.

A sucção, inclusive, é um dos principais pontos de cuidado em relação às piscinas na visão da engenheira civil Rejane, que faz parte do Ibape/SP. A peça, que integra o sistema de drenagem e tratamento de água do tanque, pode oferecer risco de enlace de cabelos ou aprisionamento de membros do corpo quando fora das especificações técnicas e normas de segurança.

"Recomendamos o uso de tampas antiaprisionamento ou tampas não bloqueáveis, que cubram o dreno de fundo. O Ibape, inclusive, tem uma cartilha específica sobre o assunto, que mostra de maneira bem didática como o equipamento seguro deve ser", diz. 

Confira as dicas do Ibape-SP:

  • Não utilizar bronzeadores, já que eles ficam impregnados nas paredes e bordas da piscina e alteram a qualidade da água.
  • Verificar e manter o pH da água conforme recomendação do manual, evitando assim o surgimento de algas, fungos e bactérias.
  • Manter o adequado tratamento da água, de forma a preservar a qualidade e evitar o desperdício com a troca de água.
  • Não utilizar produtos químicos que possam causar manchas no revestimento, no rejuntamento e danificar tubulações e equipamentos. Consulte sempre o manual.
  • Orientar os usuários a não jogar resíduos oupartículas que possam danificar ou entupir o sistema de drenagem/filtragem.

"O recomendável é sempre procurar um profissional habilitado para executar uma inspeção predial e apontar as medidas necessárias em cada local do condomínio. E, após essa medida, o gestorcondominial precisa estar atento a todos os quesitos citados e realização da manutenção contínua", finaliza a engenheira Rejane Berezovsky.

Fonte: Mr Síndico e Ibape/SP.

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