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Convivência

Agressão a síndico

Filho de proprietária de imóvel é o responsável

quinta-feira, 10 de outubro de 2019
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Polícia apura espancamento de idoso em prédio de Belo Horizonte

Empresário de 63 anos, por medo, contratou segurança privada; defesa de agressor diz que mãe do cliente foi chamada de vagabunda

O olho esquerdo roxo ainda é uma das marcas deixadas no empresário Jeferson Terra Passos, de 63 anos, agredido na portaria de um edifício no centro de Belo Horizonte. Nesta quarta-feira (9), ele conversou com a reportagem de O TEMPO e afirmou que tem medo do que possa acontecer com ele e a família. Por outro lado, o advogado do agressor afirma que a mãe do cliente foi chamada de vagabunda antes da confusão, o que teria irritado o autor dos fatos. 

O espancamento, registrado por câmeras de monitoramento do imóvel, localizado na rua da Bahia, aconteceu na última segunda-feira (7). No entanto, os desentendimentos entre a vítima e a família do agressor já acontecem há algum tempo. 

"Eu sou o síndico do edifício e proprietário do 6 andar. Em 2011, a mãe do Michel Simioni se tornou proprietária de salas do 4 e 5 andar. Eu fiquei encarregado de cuidar da preparação do imóvel para o objetivo de ter lucros de receitas de aluguel. Ocorreram alguns problemas, principalmente, com a mãe dele. Em 2011, ele me agrediu covardemente, depois disso não ocorreram mais agressões", contou o empresário. 

Ainda segundo ele, em julho deste ano, Passos resolveu que não tomaria mais conta dos andares que pertencem à mãe do homem. A família foi comunicada, de acordo com ele. No entanto, no dia 1 de outubro, na versão da vítima, Simioni teria agredido funcionários do empresário, incluindo mulheres, sem motivo. A Polícia Militar foi acionada.

"No dia seguinte, a mãe dele chegou aqui gritando, dizendo que eu era ladrão. Ela estava conversando com a minha filha, o Michel chegou, agrediu minha filha e ainda quebrou a porta de vidro. Como sempre, ele bateu e saiu correndo. Na segunda, eu peguei o elevador e ele entrou. Ao me ver, deu um sorrisinho e disse: 'abaixa a cabeça. Não olha pra mim'. Quando chegou ao térreo, ele repetiu isso e me cercou. Eu disse que não abaixaria e ele disse que me bateria. Eu falei para gente arredar para perto das câmeras", detalhou. 

O empresário foi agredido e teve lesões no rosto, machucados no ombro e peito.

"Medidas judiciais estão sendo tomadas. Eu contratei uma segurança particular porque tenho medo, meus funcionários não trabalham mais aqui. O Michel tem livre acesso ao prédio já que a irmã dele tem um sala de beleza no prédio, afirmou.

Outro lado

A defesa do agressor é feita pelo advogado Ércio Quaresma. A reportagem solicitou ao defensor uma entrevista com Michel, mas ele afirmou que "cliente dele não fala com a imprensa". No entanto, deu a versão do homem para os fatos.

"Há um desacordo comercial entre a mãe do Michel e o Jeferson em relação ao condomínio. Estão sendo tomadas medidas judiciais para apurar o tamanho do prejuízo causado. A partir de um determinado momento houve altercação dos dois lados. Na semana passada, o Michel estava com o sobrinho de 15 anos no mesmo lugar e foram agredidos por oito pessoas vinculadas ao Jeferson", contou o advogado. 

Na versão dele, na segunda, no momento em que Michel e Jeferson estavam no elevador, a vítima teria encarado o agressor. "No térreo, já no campo de alcance da câmera, o Jeferson fala que a mãe do Michel é uma vagabunda. Se falasse isso da minha mãe, não sei, talvez eu pudesse ter a mesma reação. Ele teve muita ombridade de divulgar as imagens dele sendo agredido. O que faltou a ele foi a mesma ombridade do meu cliente sendo agredido junto com o sobrinho pelos jagunços dele. Poderia dizer que não há justificativa para o que o meu cliente fez, mas durante a conversa, ele ofendeu o meu cliente. Meu cliente não tem sangue de barata. Ele vai responder havendo uma ação penal, mas vamos nos defender" afirmou Quaresma.

O defensor de Michel ainda denunciou que o empresário teria contrato agentes de segurança pública, policial militar e guarda municipal armados, para que fizessem sua segurança. 

Questionado em relação aos pontos colocados pelo advogado, Passos afirmou que não xingou a mãe de Michel, não contratou agentes públicos para a segurança e que não existem imagens da confusão da última semana uma vez que as câmeras estavam com problemas. 

A assessora de imprensa da Polícia Civil afirmou que já faz levantamentos e apura o caso.

Fonte: https://www.otempo.com.br/

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