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Segurança

Alta tecnologia

Empresas desenvolvem sistemas para evitar arrastões

Publicado em: quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Contra arrastões, empresas oferecem alta tecnologia para condomínios

 
A cidade de São Paulo teve ao menos 16 arrastões no ano (em 2011, ocorreram 24).
 
Cientes disso, as companhias de segurança buscam ampliar a participação no mercado residencial, que corresponde a 12% do consumo total de produtos do setor, segundo levantamento da Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança).
 
Dificuldade para empresas é atender moradores que querem 'conforto' e segurança.
 
O grupo Hanagá comercializa um sistema chamado "antiarrastão". Câmeras inteligentes com detectores de movimentos são instaladas em áreas "estratégicas", como a guarita ou a sala de segurança do condomínio.
 
Caso um botão de segurança seja acionado ou alguém entre no ambiente, automaticamente as imagens são geradas e enviadas à central de segurança da empresa. Com uma senha, qualquer pessoa pode acessar as imagens via internet.
 
Mauro de Lucca, gerente de integração de sistemas da G4S, ressalva que não é possível prescindir da ação do homem, mas que uma vantagem da "inteligência de vídeo é que dá para detectar um tumulto sem que o operador tenha de ficar olhando as imagens continuamente".
 
"Uma opção interessante para condomínios é uma câmera de alta resolução com infravermelho que permita gravação de imagens com clareza", diz Fernando Moreira, diretor de divisão de segurança eletrônica do grupo GR.
 
Marcelo Ponte, coordenador de marketing da Axis, fabricante de câmeras, cita alguns modelos que identificam a placa do carro ou que "corrigem" o excesso de iluminação provocado por um farol alto aceso.
 
Outra funcionalidade lembrada por Ponte e disponível em alguns modelos é o aviso pela câmera quando um carro entra por um local destinado à saída do empreendimento, ou vice-versa.
 
João Palhuca, vice-presidente do Sesvesp (sindicato de empresas de segurança), recomenda que, antes de contratar uma empresa que elabore planos de segurança, o síndico exija dela no mínimo três atestados de capacidade técnica.
 
"Depois ele deve pedir para visitar empreendimentos para os quais ela prestou serviço, perguntar se tudo funciona bem e o que mudou após o projeto."
 

Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br

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