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Convivência

Briga em condomínio

Após disparar tiros, suspeito se joga do 2º andar

segunda-feira, 11 de março de 2019
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Casal discute em apartamento em Águas Claras e homem dispara

Suspeito é policial militar de Goiás e teria atirado ao menos quatro vezes, mas nenhum dos disparos atingiu a mulher. Quando equipes da PMDF chegaram, ele pulou do segundo andar com a arma na mão

Moradores de Águas Claras acordaram assustados no início da manhã deste sábado (9/3). Um casal discutiu dentro do apartamento na quadra 301 e o homem, o policial militar de Goiás Weslei Cardoso Mancio, 34 anos, atirou. Testemunhas ouviram o barulho de, ao menos, quatro disparos e acionaram a polícia. Nenhum dos tiros acertou a mulher. O militar recebeu atendimento médico, mas morreu no hospital. 

Segundo o porta-voz da PM, major Michello Bueno, quando as equipes chegaram ao apartamento do casal, no quinto andar, o suspeito também disparou contra os militares. “Depois ele correu e os policiais começaram a fazer um cerco para ele não entrar em outro imóvel e não fazer ninguém de refém. Ele ainda atirou pela segunda vez, desceu até o segundo andar, conseguiu quebrar a porta de outro apartamento, entrou e pulou da janela”, esclareceu.

Weslei saltou com a arma na mão e, quando caiu, o revólver disparou mais uma vez. Bombeiros o socorreram com vida ao Hospital Santa Marta, em Taguatinga Sul. A mulher não foi atingida e seguiu para 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga) registrar ocorrência. “Aparentemente, ele teve um surto psicótico”, disse o major Michelo.

Pedidos de socorro

Vizinha de porta do quinto andar, Ava Rocha, 33 anos, presenciou a briga e chamou a polícia. “Eu acordei assustada, tremendo, por causa do estrondo. Ele começou a gritar, a quebrar as coisas dentro de casa, e eu fui até lá tentar ajudar, mas ele saiu na porta armado", contou.

Segundo ela, o vizinho aparentava estar transtornado e começou a gritar para chamar a polícia. "Ele gritava como se ele fosse a vítima, dizendo que ela tinha deixado o gás ligado para mandar matá-lo. Não falava coisa com coisa”, explicou Ava.

De acordo com a bancária, a mulher também começou a pedir socorro. “A dificuldade que a gente encontrou foi chamar a polícia, porque nós ligamos para o 190 e o atendente disse que, como foi dentro de casa, tinha que telefonar para o 197 e, enquanto isso, ele estava brigando e a mulher gritando pedindo ajuda. Até conseguirmos falar com a polícia demorou 10 minutos ou mais. Se fosse para o homem matá-la ele tinha feito isso”, lamentou.

A vizinha contou, ainda, que a mulher pedia para o companheiro parar. “Ela falava ‘para, amor’. E toda hora ele pedia a chave do carro, seguido de barulho de móveis sendo quebrado dentro de casa. Era como se ele estivesse batendo nela”, contou. “Quando a polícia chegou, ele disse que ia morrer todo mundo e começou a atirar”, acrescentou. 

Vizinhos assustados 

Um dos moradores do prédio, Paulo César Rodrigues de Andrade, contou que a discussão entre o casal começou por volta de 7h. “Ela pedia socorro e a gente escutava barulho como se estivessem quebrando móveis. Ouvi quatro disparos. No fundo, ninguém sabe o que aconteceu”, disse o arquiteto.

Ele também contou que escutava um dos envolvidos pedindo a chave do carro. “Ao que parece, ele a segurava, ela tentava o conter também. Está todo mundo em choque”, ressaltou. 

Fonte: www.correiobraziliense.com.br

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