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Convivência

Caso de discriminação

No Rio, condomínio onde houve caso discriminatório será investigado pelo MP

Publicado em: segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

MP vai investigar homofobia e racismo contra casal em condomínio da Zona Norte

Em reunião com ativista, promotores afirmam que vão analisar o caso

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) anunciou que irá tomar providências com relação ao caso do casal gay que recebeu uma carta anônima com mensagens homofóbicas e racistas deixada na casa onde vive, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio.

A ocorrência será investigada pela 22ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal (PIP), responsável pelos casos registrados na 27ª DP (Vicente de Carvalho), onde o crime foi registrado.

Na semana passada, Júnior Santos e Maycon Aguiar receberam um recado homofóbico e racista, na cas onde moram há um mês. Em duas páginas, o autor, anônimo, cita valores religiosos para pedir que o casal se mude.

"Poupe-nós (sic) e nossos filhos de conviverem com gente da laia de vocês! Gente de cor e ainda por cima afeminada não está no nível dos moram (sic) aqui por favor se retirem!", diz um trecho do recado - que também afirma que "Deus não criou o homem para se relacionar com homem ou mulher com mulher".

Promotores prometem combate 

Na quinta, a promotora da Assessoria de Direitos Humanos e de Minorias, Eliane Pereira, e o subprocurador-geral de Justiça de Assuntos Criminais e de Direitos Humanos, Alexandre Araripe Marinho, se reuniram com o estilista e ativista Carlos Tufvesson, ex-coordenador especial da Diversidade Sexual da prefeitura do Rio.

Na reunião, Tufvesson disse que a liberdade de expressão religiosa não pode ser usada para discriminar um cidadão e também citou o aumento do número dos chamados crimes de ódio, revelado pelo Governo Federal e pela Organização das Nações Unidas (ONU).

O subprocurador Alexandre Araripe afirmou que o MP atua em duas frentes contra o preconceito: pela repressão, por meio de medidas como a instauração de inquéritos policiais, e pela pacificação prévia, em forma de diálogo com a população e com outros poderes públicos.

Fonte: http://odia.ig.com.br/

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