Chuva derruba prédio
RN: Chuva de 90 mm causa desabamento e alagamentos em Assú
A Defesa Civil de Assú, no Oeste do Rio Grande do Norte, registrou o desabamento de um imóvel e alagamentos em várias ruas da cidade na noite de segunda-feira (13). O volume de precipitação atingiu cerca de 90 milímetros em pouco mais de 60 minutos. Ninguém ficou ferido no desabamento porque o prédio estava desocupado.
A edificação que desabou pertencia à Liga Operária. Valmor Clemente, engenheiro coordenador da Defesa Civil municipal, informou que o imóvel já apresentava deterioração.
"Tivemos o desabamento de um prédio da Liga Operária, prédio esse que já vinha em estado de precariedade, sem passar por manutenção", declarou.
As águas da chuva alagaram vias no centro de Assú e em diversas ruas do bairro Parati 2000. Moradores registraram em vídeo a formação de correntezas nas ruas. A intensidade da precipitação sobrecarregou o sistema de drenagem urbana da cidade.
A administração municipal realizou trabalhos emergenciais no Parati 2000. A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) disponibilizou um caminhão para auxiliar na remoção das águas acumuladas.
"No Parati 2000, local que já vem tendo atenção especial, fizemos a retirada das águas acumuladas em uma das ruas com a ajuda de um caminhão da Caern", afirmou Clemente.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) renovou nesta terça-feira (14) o alerta de chuvas intensas para todo o Rio Grande do Norte. O aviso de cor laranja permanece válido até 23h59. A previsão indica precipitações entre 30 e 60 milímetros por hora ou entre 50 e 100 milímetros ao longo do dia. O Inmet também prevê ventos intensos entre 60 e 100 quilômetros por hora.
O alerta laranja aponta risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
Como reduzir os danos de desastres ambientais nos condomínios?*
Para reduzir danos, o caminho é combinar prevenção + preparo + resposta rápida ✅:
- Mapeie os riscos do condomínio 📌: pontos de alagamento, infiltrações recorrentes, taludes/encostas, árvores com risco de queda, sobrecarga elétrica. Registre e priorize correções.
- Manutenção preventiva em dia ✅: limpeza periódica de calhas, ralos, caixas de gordura e sistemas de drenagem; revisão de bombas e geradores (se houver); poda responsável e inspeção de áreas verdes.
- Plano simples de emergência ⚠️: defina responsáveis, contatos (Defesa Civil/concessionárias), rotas de saída, local seguro e procedimento para desligamento de energia/gás em caso de enchente.
- Gestão de água e energia (sustentabilidade que vira resiliência) ✅: reduzir desperdícios e modernizar sistemas diminui falhas em crises (ex.: vazamentos, curtos, falta d’água).
- Gestão correta de resíduos e coleta seletiva 🚫✅: lixo fora do lugar entope ralos e agrava alagamentos.
- Seguro e verificação de coberturas ⚠️: revise com a administradora/corretora se a apólice atende riscos relevantes para a região e a edificação.
Exemplo prático: condomínios que fazem mutirão mensal de vistoria de ralos/calhas e ajustam rotinas de descarte costumam reduzir muito os danos em chuvas fortes.
Sugestão de ação: comece com uma vistoria técnica + checklist de manutenção e aprove um plano de emergência de 1 página em assembleia.
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