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Segurança

Chuvas em Niterói

Temporais comprometeram estrutura de residencial

segunda-feira, 9 de setembro de 2019
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Em Niterói, chuvas provocam rachaduras em edifício a cada temporal

Moradora associa problema a desgaste em contenção que separa o terreno do prédio do valão que corre ao lado

Moradores do edifício número 17 da Rua Professor José Teles Barbosa, no Fonseca, dizem que mal conseguem dormir quando chove. Isso porque, a cada temporal, surgem rachaduras no prédio, segundo eles provocadas pela invasão da água de um valão que corre ao lado do imóvel e estaria comprometendo as suas fundações.

O problema, dizem, surgiu há quatro anos, após o desgaste de parte da contenção, que até hoje não foi refeita. A prefeitura explica que, para realizar o serviço, aguarda apresentação do projeto executivo do prédio, devidamente assinado pelo responsável técnico, mas a construção é de 1976, e os moradores não têm o documento.

A secretária Sônia Brites, uma das moradoras, diz que aguarda uma resposta do município desde 2015, quando foi protocolado o pedido de reconstrução da barragem na Empresa Municipal de Moradia Urbanização e Saneamento (Emusa).

"A prefeitura chegou a localizar o projeto do edifício em seus arquivos e o anexou ao protocolo", garante Sônia, que representa os seus vizinhos.

De acordo com a Emusa, após uma vistoria no local, foi constatada a necessidade de apresentação do projeto e, sem o documento, não é possível fazer quaisquer intervenções no edifício. Em nota, diz que “ a elaboração do projeto executivo é de responsabilidade do prédio”.

Sônia lamenta ainda que a reconstrução da barragem não tenha sido incluída nas obras de contenção de encostas, pavimentação e saneamento iniciadas pela prefeitura em 2017, na comunidade São José, próxima ao edifício. As intervenções na comunidade fazem parte do Programa de Desenvolvimento Urbano e Inclusão Social de Niterói (Produis), financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com investimento de R$ 45 milhões.

"É um absurdo deixarem uma obra simples como essa de fora, e nós ficarmos sob o risco de uma tragédia", enfatiza a moradora.

A prefeitura não respondeu por que a contenção não foi incluída nas obras da comunidade São José. Disse, em nota, que a demanda (da obra) foi respondida via aplicativo Colab. “Na ocasião, foi informado que o processo estava pendente de documentação. A Emusa solicita ainda a presença do responsável no protocolo da empresa para ciência por escrito da necessidade”.

Fonte: https://oglobo.globo.com/

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