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Segurança

City Câmeras

Entenda programa de segurança de SP

terça-feira, 15 de maio de 2018
Entenda programa de segurança de SP

Sabemos que um dos grandes diferenciais de quem opta pela vida em condomínio é a segurança, certo? E se o seu condomínio pudesse fazer a diferença não apenas para os próprios moradores, mas também na segurança de toda a vizinhança e talvez da cidade como um todo?

Essa é a proposta do projeto City Câmeras, uma parceria da prefeitura de São Paulo com a polícia militar e civil, e com apoio do Secovi-SP, que visa integrar as imagens de câmeras de condomínios e de outros espaços, como lojas e residências, que fiquem apontadas para a rua, de forma a criar uma rede de monitoramento mais robusta na cidade de São Paulo, com o apoio da população.

Veja aqui empresas de sistemas de segurança para o seu condomínio

O projeto integra o programa “Cidade Segura”, e quer agregar 10 mil câmeras até o fim do mandato do atual prefeito, João Doria.

“É uma ótima maneira de ajudar a segurança da cidade como um todo”, analisa Hubert Gebara, vice-presidente da área de condomínios do Secovi-SP.

O especialista em segurança Hugo Tisaka concorda que o programa é benéfico para todos, mas faz uma ressalva. 

“A ideia de se integrar segurança pública e privada é algo muito importante e deve acontecer cada vez mais. A iniciativa de se usar uma infraestrutura que já existe também é bastante positiva. Porém, deve-se ficar claro que o uso das imagens obtidas pelo programa será exclusivamente para segurança, e não para qualquer outro fim, como, por exemplo, procurar quem está devendo o IPVA”, exemplifica ele.

Como funciona o projeto? 

As imagens, que não são monitoradas ao vivo, ficam salvas em nuvem por até sete dias e são compartilhadas com a Guarda Civil Metropolitana, a polícia militar e civil.

“É uma forma de afastar os assaltantes dos condomínios e da rua toda. Se o bandido sabe que ali está sendo filmado, vai optar por agir em outro local”, pondera Hubert.

Como participar do City Câmeras

Para os condomínios que quiserem aderir ao City Câmera não são necessários muitos investimentos: basicamente as câmeras e um serviço de armazenamento das imagens em nuvem.

“O projeto pede câmeras com tecnologia HD e transmissão mínima de 12 frames por segundo, do protocolo RTSP e a contratação de uma empresa que de gravação em nuvem que tenha aderido ao projeto”, explica Régis Pádua, gerente de tecnologia da C4i, uma das empresas cadastradas pela prefeitura – atualmente são dez empresas listadas no site do projeto.

Para o síndico Luciano Genari, de um prédio no Morumbi, a adesão ao programa foi fácil, e ele tem investido apenas R$ 58 mensais, por câmera, para participar do projeto.

“As câmeras do nosso condomínio já atendiam aos pré-requisitos do City Câmera. Assim, pagamos pouco para podermos colaborar com o coletivo e tentar melhorar o nível de segurança da nossa cidade”, argumenta o síndico.

Luciano aponta também os benefícios de se contratar uma empresa que faça essa armazenagem de imagens em nuvem.

“Aqui no Morumbi, quem contrata a mesma empresa que o meu condomínio, conseguimos  dividir as imagens entre nós, aumentando ainda mais o nível de segurança do bairro”, acrescenta ele.

Para se inscrever no programa, clique aqui

 

Fontes: Hubert Gebara, vice-presidente de condomínios do Secovi-SP, Luciano Genari, síndico, Régis Pádua, gerente de tecnologia da C4i, e Hugo Tisaka, especialista em segurança

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