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Ambiente

Coleta de lixo

Prefeitura retira cobrança por insatisfação popular

Publicado em: quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Prefeitura retifica decreto e retira cobrança da coleta de lixo em prédios residenciais

Prefeitura decidiu voltar atrás devido a grande insatisfação popular com a nova cobrança

A Prefeitura de Goiânia decidiu rever, ainda na tarde desta terça-feira (7), a decisão que definia a cobrança pela coleta de lixo a grandes imóveis considerados geradores de lixos. Agora, condomínios verticais estão fora da decisão, mas a cobrança a todos os outros grandes geradores está mantida.

A revisão em relação aos condomínios verticais foi acatada após grande parte da população, principalmente síndicos de edifícios residenciais, reclamarem do novo decreto que seria instaurado pela Prefeitura.

A notificação chegou a ser distribuída em diversos estabelecimentos e estabelecia que esses imóveis contratariam uma empresa que se tornaria responsável pela coleta, transporte e descarte do lixo produzido no local.

O presidente da Agência de Regulação de Goiânia (ARG), Paulo Cesar Pereira, ressalta que o decreto tinha como finalidade educar a população para por em prática a coleta seletiva. O gestor destaca que, atualmente, é recolhido pela Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) cerca de 1,2 mil toneladas de lixo por dia, o que dá quase 1 quilo de lixo produzido por morador, quantidade essa que seria o máximo permitida por lei.

“A medida é que seja pago uma taxa caso haja excesso da produção do lixo no local, ou seja, o lixo orgânico. O lixo que for separado não entrará na contagem total produzida”, destacou.

Paulo diz que a Prefeitura não quer se desfazer de sua obrigação para com o recolhimento de lixo da capital.

Ele destaca ainda que os grandes imóveis geradores de livres estão livres para contratar uma empresa terceirizada para a realização do serviço.

“O intuito da lei é educar. Não pensamos em uma nova forma de arrecadação para os cofres públicos e sim em uma sociedade que possa desenvolver sustentavelmente. Estamos preocupados com o volume de lixo que é produzido e da forma incorreta que ele é descartado”, justifica o presidente da AGR.

Fonte: https://www.emaisgoias.com.br/

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