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Convivência

Contra violência doméstica

Grupo Graiche disponibiliza botão de ajuda no site

quarta-feira, 15 de julho de 2020
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Violência: Graiche disponibiliza botão e cartilha para ajudar vítimas em condomínios

Ferramentas no site e app da empresa direcionam mulheres ao SOS Justiceiras; cartilha traz orientações para providências

Com o aumento da violência doméstica em tempos de COVID-19 restou clara a necessidade de ação para combater o problema e colocou o síndico em condição de apreensão, sem saber exatamente como lidar, ao passo em que os moradores, normalmente, preferem não adotar nenhuma providência quando percebem esse tipo de situação.

A urgência da mudança deste cenário foi reforçada com a aprovação no Senado, no dia 8 de julho, de projeto que obriga moradores e síndicos de condomínios a informarem casos de violência doméstica às autoridades competentes. O texto agora vai à análise da Câmara dos Deputados.

Enquanto a proposta segue em tramitação, o Grupo Graiche, empresa que atua na área de administração de condomínios, já vem desenvolvendo, desde o início do isolamento social (quando as estatísticas aumentaram significativamente), uma campanha de enfrentamento ao problema, com botão de direcionamento à rede de auxílio e proteção às mulheres vítimas de violência, além de cartilha de orientação a síndicos, funcionários e moradores, objetivando o encorajamento de todos para denunciarem, já que muitas vezes a própria vítima se vê impedida de tomar uma atitude.

O aumento de casos de violência doméstica, só em São Paulo, segundo dados do Cravi (Centro de Referência e Apoio à Vítima), bateu recorde e cresceu 70% em maio de 2020 na comparação com o mesmo período do ano passado.

Diante da situação alarmante, o Grupo Graiche buscou uma maneira de atuar, orientar e colocar luz sobre o problema. Em seu site e aplicativo, a empresa disponibilizou um botão que direciona para uma rede de apoio, enfrentamento e proteção - o projeto SOS Justiceiras - as mulheres que moram nos condomínios em que administra e que possam precisar de ajuda.

“No caso dos condomínios, é indiscutível o grande número de pessoas que residem e se relacionam em um mesmo espaço comum e, por isso, não raramente, são grandes focos de situações de violência, brigas e acusações. No entanto, ninguém ainda sabe muito bem como agir nessas circunstâncias”, fala a vice-presidente do Grupo Graiche, Luciana Graiche. “O assunto precisa ser debatido, exposto e esclarecido de modo que cada um possa se envolver e se responsabilizar enquanto cidadão, pela redução dos problemas sociais”, completa.

Ao acionar o botão disponibilizado no site ou no aplicativo (Graiche Condomínios), que pode ser baixado gratuitamente, a vítima é direcionada a um formulário de triagem para preenchimento de dados básicos. Feito isso e constatada a situação de vulnerabilidade, a equipe do SOS Justiceiras inicia o contato via WhatsApp para prestar auxílio nas áreas jurídica, psicológica, assistencial, médica e, ainda, oferecer acolhimento para apoiar essas mulheres.

Cartilha de combate à violência

Além da ferramenta para auxiliar as mulheres, o Grupo Graiche também tem trabalhado junto a síndicos e funcionários dos condomínios por ela administrados, buscando estimular a participação de todos no enfrentamento à violência, em seus mais variados gêneros, como assédio moral e sexual, calúnia, difamação, injúria, racismo, homofobia, além de crimes contra crianças, idosos e pessoas portadoras de necessidades especiais. Para isso, distribuiu cartilhas com orientações sobre cada tipo de situação, para que vítimas, vizinhos e os colaboradores possam adotar as providências necessárias, visando conter uma situação de emergência, evitando, assim, as possíveis tragédias.

“Qualquer cidadão que suspeitar ou constatar a prática de um crime, de qualquer natureza, deve chamar a polícia pelos canais de denúncias, como o disque 190 ou 180, por exemplo. Geralmente, os moradores e funcionários preferem ignorar a suspeita ou então avisar ao síndico. No entanto, antes de procurar o representante do condomínio, é necessário denunciar, porque muitas vezes, o tempo de espera pode ser fatal”, ressalta Luciana. “Vizinhos, funcionários e síndicos não só podem como devem ajudar no enfrentamento dessa antiga epidemia que assola o nosso país”, conclui.

Clique neste link para acessar a cartilha completa.

Fonte: Grupo Graiche.

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