Menino baleado
RJ: Criança de 5 anos morre baleada em parquinho de condomínio
Bento Costa Petillo Bezze morreu após ser baleado na tarde de domingo (31). A criança brincava em um parquinho de condomínio na comunidade da Quitanda, na Pavuna, Zona Norte do Rio, quando foi atingida por um disparo de arma de fogo. Moradores socorreram a vítima e a levaram ao Hospital Santa Teresinha, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Bento não resistiu aos ferimentos.
O disparo ocorreu na Rua Capitão Gouveia. Policiais militares do 41º BPM (Irajá) foram acionados para atender a ocorrência. Ao chegarem ao local, os agentes foram informados de que a vítima já havia sido socorrida por moradores.
A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informou que, segundo o comando do 41º BPM (Irajá), na tarde de domingo (31/05), policiais militares foram acionados para uma ocorrência de disparo de arma de fogo na Rua Capitão Gouveia, na Comunidade da Quitanda, na Pavuna. No local foram informados que a vítima foi socorrida ao Hospital Santa Teresinha, em São João de Meriti, mas não resistiu aos ferimentos. A criança estava brincando em um parquinho, próximo a residência quando foi atingida pelo disparo.
A Polícia Civil investiga o caso. O caso foi registrado na 39ª DP (Pavuna) e será encaminhado à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que dá prosseguimento às investigações. Diligências estão em andamento para apurar a morte de Bento Costa Petillo Bezze.
O que fazer diante de morte por bala perdida em área condominial?*
✅ O que fazer na hora (passo a passo)
- Segurança em primeiro lugar: não confronte, não “aparte” e afaste moradores do local. Peça apoio da portaria/zeladoria.
- Acione socorro e polícia: chame SAMU (192) ou Bombeiros (193) para atendimento/constatação e Polícia (190) para ocorrência e investigação.
- Isole e preserve a cena: 🚫 não mexa no corpo, não recolha cápsulas/projéteis, não limpe sangue, não permita curiosos.
- Preserve provas e registros: 📌 anote data/horário/local, liste testemunhas e separe imediatamente imagens do CFTV, registros de acesso e livro de ocorrências (faça backup).
✅ Depois que as autoridades liberarem
- Comunicação aos moradores: informe de forma clara e respeitosa, sem expor dados da vítima, para evitar boatos.
- Apoio à família e gestão: mantenha postura acolhedora; se houver implicações (responsabilidades, danos, pedidos), ⚠️ busque orientação jurídica.
- Revisão de segurança: avalie pontos vulneráveis (muros/gradis, iluminação, controle de acesso, rotinas de ronda, botões de pânico) e leve melhorias para deliberação.
📌 Sugestão prática: formalize um protocolo de “ocorrência grave” (quem chama, quem isola, quem faz backup das câmeras e como comunicar).
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