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Ambiente

Crise da água

Como síndicos do RJ podem driblar os imprevistos

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020
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Saiba como síndicos e moradores podem atenuar problemas com crise da água

A crise da água no Rio continua sem perspectiva de ter fim. Nos condomínios, síndicos e moradores têm dúvidas sobre a melhor forma de agir. Por prudência, o síndico pode tomar algumas medidas.

"A primeira delas é contratar ajuda técnica para verificar se a água que está sob responsabilidade comum está adequada para o consumo que se presta. E é necessário garantir que todos saibam a qualidade da água que estão consumindo", sugere Caroline Roque, sócia do escritório Coelho, Junqueira & Roque Advogados.

Paulo Codeço, supervisor da Precisão Empreendimentos Imobiliários, concorda:

"Estamos diante de um produto com qualidade duvidosa e de valor expressivo para o condomínio. Nesse momento, temos água com presença de geosmina e de coloração diferenciada. Cabe ao síndico manter os condôminos e funcionários informados de que não se trata de um problema do condomínio e sim da concessionária de serviço público", aconselha.

Sem desperdício

Outra dúvida comum: é preciso limpar e esvaziar a cisterna? Ou isso não adianta nada, já que a água está vindo com problema?

Marcelo Borges, diretor de Condomínio e Locação da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi) sugere que tudo seja feito com bastante cautela. Afinal, explica ele, a água é um componente significativo no orçamento do condomínio, perdendo apenas para a folha de pagamento.

"A orientação é não tomar a medida drástica de esvaziar as caixas d’água e reenchê-las. Por enquanto, não há notícia de que a água que encherá as caixas novamente terá a mesma qualidade de antes da crise."

Para evitar o desperdício da água já armazenada, o ideal é que o condomínio a utilize para fazer a limpeza das áreas comuns.

"É importante ir utilizando essa água. O síndico deve monitorar toda essa situação, estar em contato com a Cedae e manter a comunicação com os condôminos", destaca Borges.

Alguns condomínios estão comprando água mineral para o uso dos funcionários.

"É uma situação injustificável e insustentável o que os consumidores estão passando. Ser obrigado a ter gastos com água mineral enquanto a concessionária de água sequer acena a possibilidade de desconto na conta de água que está imprópria para consumo. Mas, sim, vale comprar água mineral, devendo o consumidor registrar e guardar cada gasto que está tendo para eventual pedido de reembolso e, principalmente, caso sofra alguma enfermidade, buscar atestado médico conclusivo da causa", diz Caroline Roque.

Tanto os consumidores como os condomínios podem entrar com um processo contra a Cedae pelos custos causados. Rogério Quintanilha, diretor executivo da BAP, afirma que vale o condomínio documentar os prejuízos e despesas extraordinárias que está tendo para, futuramente, analisar a viabilidade de entrar com uma ação.

Outra alternativa na tentativa de remediar o problema é a instalação de um filtro, cuja empresa especializada também pode auxiliar na tomada de decisão para melhor atender a todo o condomínio, lembra Mariana Portela de Andrade, diretora da JB Andrade Imóveis:

"E é importante lembrar que fazer a limpeza e a manutenção da caixa d’água e da cisterna do condomínio, a cada seis meses, é obigatória, independentemente do problema hoje enfrentado na cidade."

Um leitor do Morar Bem enviou um e-mail relatando que o condomínio onde morar quer o instalar um filtro para melhorar a qualidade da água e já tem assembleia marcada para decidir sobre o assunto: “Nesses momentos preocupantes, as pessoas tendem a ir pelo primeiro palpite que aparece, e esquecem detalhes técnicos e aí é que mora o problema. Como fazer esta escolha?”.

Neste caso, sugere o presidente da administradora de condomínios Estasa, Luiz Barreto, o ideal é avaliar, no mínimo, três orçamentos e ouvir mais de uma empresa para tomar a decisão de forma adequada:

"A escolha deve ser pautada sempre em meios filtrantes já testados e validados pelo mercado, além de buscar informações sobre sua eficiência junto a órgãos certificadores, que atestam de fato sua qualidade."

Fonte: https://extra.globo.com

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