O seu navegador é muito antigo :-(

Dica: Troque gratuitamente para um navegador mais atual para ter uma melhor experiência no SíndicoNet ;-)

Escolha um navegador ×
Administração

Crise nos condomínios

Criatividade e ajuste nos contratos ajuda a manter finanças nos trilhos

Publicado em: quinta-feira, 16 de julho de 2015

Revisão de contrato reduz condomínio

O condomínio Poema Granja Julieta, na zona sul de São Paulo, organiza todos os anos uma festa junina para os moradores.
 
"Neste ano, quando vimos que a verba para a festa não seria suficiente, reunimos uma comissão e corremos atrás de patrocinadores", conta o representante comercial Paulo Ferreira, 42.
 
Os moradores, então, negociaram descontos com fornecedores e trabalharam como voluntários. E a prática se alastrou para outros campos.
 
"A gente também renegociou contratos de jardinagem, limpeza da piscina, segurança e até da empresa que presta serviço de assessoria esportiva para os moradores."
 
Bruno Fernandes, da Natural Sport, empresa que presta serviços no condomínio, diz que precisou se esforçar mais para convencer os moradores de que as atividades esportivas mereciam ser mantidas. "Em tempos de crise, os serviços de esporte e lazer são os primeiros a serem cortados." Ele diz não ter perdido alunos, mas que a procura de novos condomínios pelo serviço diminuiu.
 
O aumento dos condomínios foi de 7,25% nos últimos 12 meses até abril, segundo o Ipevecon, índice que acompanha a evolução da taxa - contra variação do IGP- M de 3,54% no período.
 
A taxa de condomínio costuma ser mais cara em edifícios de porte médio, já que há menos unidades para dividir as despesas. Uma alternativa, nesses casos, é priorizar gastos e executar apenas os projetos mais urgentes.
 

GASTOS 'RACIONAIS'

 
Segundo Eduardo Zangari, da Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo), os prédios já vinham cortando gastos desde a crise hídrica. Alguns deles estenderam as medidas para obter uma gestão enxuta.
 
"É possível racionalizar a folha de pagamento, fazer com que funcionários com funções parecidas não trabalhem no mesmo horário e que evitem horas extras."
 
Segundo Marcio Rachkorsky, advogado especialista em condomínios e colunista da Folha, os moradores estão testando fórmulas.
 
"Ao invés de renovar o contrato com uma empresa que fornece mensageiros, eles transformam em ' pay- peruse' e paga só quem realmente quer o serviço."
 
No condomínio-clube da dona de casa Lucia Elena Rezende, 50, em São Caetano, na Grande São Paulo, a piscina ficará fechada no inverno, por economia.
 
Segundo ela, porém, decidiu-se manter alguns serviços "pay-per-use", como salão de beleza, porque a procura aumentou. "Sai mais caro lá fora", diz. 

Fonte: http://www.secovirio.com.br/

Aviso importante:

O conteúdo exibido nesta seção é gratuito, e apresenta caráter meramente informativo. O Portal SíndicoNet não se responsabiliza pelo conteúdo, nem pelas decisões baseadas nas opiniões e recomendações contidas nesta seção. Assim, o Portal SíndicoNet se exime de qualquer responsabilidade pelos eventuais danos ou prejuízos, de qualquer natureza, que possam decorrer da utilização deste conteúdo, por qualquer meio ou processo, e para quaisquer fins. Em caso de dúvidas, é indispensável a consulta a um advogado ou especialista.
Para saber mais, acesse nosso Regulamento de Uso.

Depoimentos

próximo
Receba nossos Boletins

Mantenha-se Informado com as últimas notícias da área em seu email:

{{errorMessage}}

Assinatura efetuada com sucesso!

carregando...