Desabamento
SP: Estrutura de contenção desaba e danifica garagem de prédio
Uma estrutura externa de contenção cedeu em um canteiro de obras na Rua Taquari, nº 941, no bairro da Mooca, zona leste de São Paulo. O desabamento ocorreu na madrugada de sexta-feira (27) e atingiu a garagem de um edifício vizinho, danificando automóveis estacionados no local. A obra faz parte da construção de habitações de uma Parceria Público-Privada (PPP).
A queda da estrutura provocou danos na garagem do prédio adjacente ao canteiro. Imagens obtidas pela reportagem mostram o piso da garagem cedido e diversos veículos atingidos pelos escombros. Os registros foram feitos por moradores do edifício após o incidente.
Rachaduras na estrutura foram detectadas no início de fevereiro. O síndico do prédio relatou a identificação das fissuras. A JNB Construtora, responsável pelos empreendimentos na região, realizou uma vistoria no local após a detecção dos problemas. As medidas tomadas não evitaram o colapso da estrutura.
A Defesa Civil foi chamada ao local. A equipe realizou a interdição e o isolamento da área afetada. A Subprefeitura da Mooca confirmou que o incidente ocorreu em um canteiro destinado à construção de habitações de uma PPP.
A JNB Construtora assumiu compromissos para reparar os danos causados. A empresa se comprometeu a recompor o talude, ressarcir os afetados pelo desabamento, retirar os veículos danificados da área e fornecer carros alugados aos proprietários enquanto durar o atendimento. A construtora também é responsável pela construção de um galpão nos fundos do condomínio afetado.
O incidente afetou diretamente os moradores do edifício localizado ao lado do canteiro. Os proprietários de veículos estacionados na garagem atingida foram os mais prejudicados.
Não há informações sobre o número exato de veículos danificados. A quantidade de moradores diretamente afetados pelo incidente também não foi divulgada. Detalhes sobre o laudo da vistoria realizada pela construtora após a identificação das fissuras em fevereiro não foram disponibilizados.
A reportagem procurou a Prefeitura de São Paulo para obter posicionamento oficial sobre o caso. Não houve retorno até a publicação desta matéria. O espaço permanece aberto para manifestação.
Como conter desabamento de área comum do condomínio?*
✅ Ações imediatas (segurança em primeiro lugar)
- Isole e interdite a área na hora (fitas, cones, trancar acesso) e afaste pessoas.
- Acione o Corpo de Bombeiros (193) e/ou Defesa Civil se houver risco iminente, trincas evoluindo, estalos, queda de partes, recalque do piso, etc. ⚠️
- Corte preventivamente o que puder agravar (gás/energia/água) somente se for seguro e com apoio técnico/portaria.
📌 Contenção técnica (não improvisar) 4) Chame engenheiro/empresa especializada para vistoria urgente e emissão de laudo (com ART/RRT) e, se necessário, escoramento imediato (pontaletes, travamentos, etc.). 🚫 Evite “gambiarras” sem responsável técnico.
🛠️ Gestão e responsabilização 5) Registre tudo (fotos, vídeos, relato no livro de ocorrências/câmeras) e comunique síndico/conselho. 6) Acione o seguro do condomínio e faça orçamentos/contratação conforme a urgência. 7) Se houver indício de obra/reforma que gerou risco, o condomínio pode notificar e exigir medidas para afastar o perigo (há casos em que reformas grandes foram questionadas por risco estrutural).
📌 Observação importante: a responsabilidade por reparos varia conforme a natureza da área (comum, privativa ou comum de uso exclusivo). Em regra: área comum = condomínio; privativa = condômino; comum de uso exclusivo = manutenção/reparo tende a ser de quem usa, conforme convenção/matrícula. ✅
Sugestão de ação mais recomendada: interditar + chamar Bombeiros/Defesa Civil (se risco) + laudo/escoramento com engenheiro ainda no mesmo dia.
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