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Segurança

Equipamentos de segurança

Depois de tragédia no RS, aumenta a venda de extintores

Publicado em: quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

 TRAGÉDIA EM SANTA MARIA FAZ VENDA DE EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA AUMENTAR

A tragédia na boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, colocou em pauta uma série de assuntos, principalmente, aqueles ligados à segurança. As lojas especializadas em equipamentos de segurança como os extintores de incêndio tiveram suas vendas dobradas nas últimas semanas. A Extincril de Criciúma, loja especializada em equipamentos de segurança, está vendendo o dobro de extintores após a tragédia.
 
“Está uma loucura a procura pelos equipamentos. Infelizmente, tivemos este aumento após um drama como o que ocorreu”, comenta o sócio proprietário da loja, Anderson Souza.
 
A sócia proprietária de uma administradora de condomínios da cidade, Deise Felício, também confirma a preocupação dos condôminos depois do incidente no estado gaúcho. “Realmente todos estão preocupados com a segurança do condomínio após a tragédia em Santa Maria. “Nós já realizávamos treinamentos com os funcionários dos condomínios de como usar os equipamentos de segurança. O que será feito agora é uma palestra nos prédios com as empresas de recarga de extintores (técnicos especializados) para orientar no uso dos extintores”, conta a administradora de condomínios.
 
Conforme Felício, o condomínio é um local com aglomeração de pessoas, com isso as medidas de segurança são rigorosas referentes aos incêndios desde a construção do prédio. “O próprio Corpo de Bombeiros faz um a vistoria antes da entrega oficial do prédio, ou seja, antes de ser habitado, somente é liberado o Habite-se do Bombeiro após vistoria realizada pelo mesmo. Caso não esteja tudo conforme as normas não são liberados”, explica Felício.
 
A administradora de condomínios tem a função de orientar o síndico para a recarga dos extintores e sua importância. O zelador Vanderlei Leonardo, conta que fez o treinamento para utilizar o extintor, assim como os demais colegas que trabalham com ele.
 
“Recebemos muitas perguntadas nas últimas semanas dos moradores querendo saber de informações que antes não se interessam tanto, principalmente de como usar o extintor”, destaca Leonardo. Segundo ele, não é difícil utilizar o equipamento. “Somente romper o lacre e pressionar a alavanca de operação. Muitas vezes quando os técnicos chegam ao condomínio para trocar o agente extintor sempre aproveito para treinar um pouco”, reforça o zelador.
 

Extintores residenciais também são aconselháveis

 
Os extintores que têm validade de um ano tanto os comerciais como os residenciais podem acondicionar pó, água ou dióxido de carbônico. De acordo com Souza, todas as residências deveriam possuir um extintor.
 
“Costumamos ver com mais frequência somente em edifícios ou estabelecimento comerciais, mas todas as residências também devem se ater a esta medida de segurança que pode evitar muitos acidentes”, reforça Souza, acrescentando que o acondiciona o pó químico é o mais indicado para residenciais. A soldado Fernanda de Souza Veiga, do Corpo de Bombeiros de Criciúma, observa que não é exigência o aparelho em casas, mas que ele pode ser instalado e utilizado em residências.
 
Os motoristas também devem ficar atentos aos extintores veiculares. Desde a aprovação pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) da resolução nº 157 – do uso do extintor de incêndio automotivo com pó “ABC” – os carros produzidos no Brasil ficaram mais seguros contra princípio de incêndio. A lei passou a valer para os veículos produzidos a partir de janeiro de 2005. O cilindro do extintor tem prazo de validade de cinco anos. A não utilização do extintor “ABC” dentro da validade resultará em multa de R$ 127,69.
 

Valores dos extintores 

 
Extintor Pó químico - R$ 90 a R$ 100 de quatro quilos 
Extintor de água - R$ 105 a R$ 110 
Extintor de dióxido de carbono (CO2) - varia entre R$ 360
Recargas podem ser feitas para extintores do tipo pó químico por R$ 30.
 

Classes de incêndio

 
A - Materiais como madeira, papel, tecido, que se caracterizam por deixar, após a queima, resíduos como carvão e cinza. Essa classe de incêndios deve ser combatida com extintores de H2O; 
B - Líquidos e gases inflamáveis, ou em sólidos que se liquefazem para entrar em combustão: gasolina, gás de cozinha (GLP) e parafina. Os extintores à base de água não são permitidos nesse caso; 
C - Equipamentos elétricos energizados: motores, geradores, cabos, etc. Extintores de pó químico e dióxido de carbono são os indicados para esse tipo de incêndio.

Fonte: http://www.atribunanet.com

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