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Mercado

Futuação de mercado

Interior de SP vê condomínios ficarem menores emais baratos

Publicado em: segunda-feira, 27 de julho de 2015

Condomínios no interior de SP encolhem e ficam mais econômicos

Os condomínios superexclusivos, com hípicas, campo de golfe e heliponto, que surgiram com força no interior do Estado nos últimos cinco anos, perderam espaço. Empreendimentos mais enxutos e econômicos concentraram as ofertas no ano passado.
 
A estratégia das empresas que atuam no segmento é ampliar o leque de possíveis compradores em um cenário de instabilidade econômica.
 
Os valores variam de acordo com o padrão do projeto, mas a partir de R$ 96 mil já é possível comprar um lote, com 45,5 m² de área construída, e planejar a mudança.
 
Os lotes menores e mais baratos representam cerca de 70% da atual produção, segundo Caio Portugal, presidente da Aelo (Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano). Em geral, eles atendem famílias com renda mensal de até dez salários mínimos (cerca de R$ 8.000).
 
A PDG Urbanismo, por exemplo, lançou dois projetos em loteamentos não fechados -ou seja, "lotes de rua"- em Campinas (a 93 km de SP). Um deles tem unidades com metragens de 175 m² a 295 m² por a partir R$ 101 mil.
 
"Nosso público-alvo foram clientes jovens, que moram em apartamentos em Campinas e desejam construir uma casa, em vez de morar em um apartamento de 40 metros quadrados", diz Arthur Marin, gerente da PDG.
 
Cidades mais distantes da capital, como Piracicaba (a 160 km) e Boituva (a 121 km), ainda têm oferta de projetos de luxo. Em Piracicaba, por exemplo, o grupo Cyrela tem o Villa Bela Vista, com unidades a partir de 300 m² a partir de R$ 165 mil o lote.
 
A seu favor, o segmento de loteamentos e condomínios horizontais tem o fato de não depender do financiamento imobiliário. Segundo Portugal, isso o faz sentir menos os efeitos da desaceleração econômica em relação ao mercado de incorporação.
 
Só no ano passado, 148 mil lotes foram aprovados pelo Graprohab (Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo, órgão que regula o setor) no interior do Estado. O número é 4% menor do que o de 2013 (155,2 mil lotes).
 
Para Flavio Amary, vice-presidente do Secovi (sindicato do mercado imobiliário) no interior, o resultado do ano passado reflete um momento de estabilidade e de projetos registrados há cerca de dois anos. "O ciclo de um loteamento é bastante longo, diferentemente do setor de incorporação", diz Amary.
 
 

SOSSEGO

A qualidade de vida, associada à sensação de maior segurança, nos condomínios de casas é o principal apelo para os compradores. Para o empresário Cristiano Menezes, 34, morador do condomínio Terras de Atibaia 2, em Atibaia (64 km de SP) há dois anos, o preço é outra vantagem da casa no interior.
 
"Se vendêssemos nossa casa, que tem 290 m² e um belo quintal, no máximo compraríamos um apartamento de três dormitórios e 90 m² na zona leste de São Paulo", conta ele, que vai à capital para trabalhar três vezes por semana, e nos outros dois dias, despacha de casa.

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