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Administração

Golpe em GO

Procurado português que prometia instalação de vidros em condomínios

Publicado em: quarta-feira, 1 de julho de 2015

Polícia busca português suspeito de aplicar golpe em condomínios de luxo

Ele é suspeito de ganhar para instalar vidros e boxes e não entregar serviço.Prejuízo chegaria a R$ 200 mil; Segundo delegado, ele fugiu para país natal.
 
A Polícia Civil divulgou nesta segunda-feira (29) a foto do português Nuno Alexandre Alves D'Oliveira, de 43 anos, suspeito de estelionato em Goiânia. Ele tinha uma empresa que prestava serviços de colocação de vidros, boxes e esquadrias de alumio em casas e atendia clientes em condomínios de luxo da capital. O suspeito teria enganado, até o momento, oito pessoas e dado um prejuízo de cerca de R$ 200 mil. O mandado de prisão preventiva já foi decretado, mas o estrangeiro segue foragido.
 
O delegado Anderson Pimentel, da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor (Decon), conta que o suspeito cumpria apenas parte dos contratos fechados com os clientes.
 
"O Nuno era muito convincente, agradável e atencioso. Tinha até as senhas com acesso aos condomínios de luxo. Cumpria as primeiras etapas das obras com pontualidade britânica, mas deixava as vítimas sem o serviço completo. Ele recebia o valor parcial ou total por meio de cheques e enrolava os clientes até que fossem compensados ou trocava os mesmos com agiotas", explicou.
 
Segundo o investigador, o suspeito estava no Brasil desde 2008. Em janeiro deste ano, ele assinou contrato com as vítimas que denunciaram o golpe. Em abril, ele começou a descontar os choques recebidos pelo serviço, mesmo que não estivessem concluídos. Porém, apenas em junho os moradores perceberam o golpe e denunciaram à polícia.
 
Pimentel contou ainda que Nuno Alexandre Alves D'Oliveira fugiu para Portugal no dia 15 de junho de 2015, pelo aeroporto de Brasília.
 
"Caracterizada a materialidade e autoria dos crimes, já representamos pela decretação da prisão preventiva e requerendo sua inscrição na Mancha Vermelha Internacional, para que a Interpol vá em seu encalço", complementa.
 
A polícia acredita que possam haver outras vítimas e aconselha que elas procurem a polícia para denucnciar o crime e que a identidade será mantida em sigilo.

Fonte: http://g1.globo.com/

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