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Segurança

Granada no lixo

Síndico mexe em bomba militar em condomínio em Salvador

Publicado em: quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

'Tirei do saco de lixo', afirma síndico sobre granada encontrada em prédio

Antônio Raposo conta que manuseou o bomba militar "inadvertidamente".Artefato foi encontrado por moradora em prédio na Pituba, em Salvador.
 
 
O síndico do edifício localizado no bairro da Pituba, em Salvador, disse que chegou a manusear a granada encontrada dentro do lixo sem saber que se tratava de um explosivo. A bomba foi achada por uma moradora na tarde de domingo (6) e teve que ser explodida após a polícia isolar a área.
 
“Ela me chamou às 15h30 [do domingo]. Ela tinha encontrado uma coisa que parecia uma granada. Aí eu cheguei e, inadvertidamente, manuseei e a trouxe para fora. Tirei do saco de lixo. Olhei o que estava escrito e eu não conhecia, não tinha esse conhecimento. Pedi ajuda de um morador nosso que é aposentado e ele confirmou que era [granada]. Aí a gente chamou a polícia”, relatou o sindico.
 
De acordo com a polícia, a granada era de uso militar. A Rua das Angélicas, onde fica o edifício, foi isolada para a atuação de homens do Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar. Após uma avaliação do explosivo, a granada foi acionada e explodiu por volta das 20h40, sob a supervisão dos especialistas. Ninguém ficou ferido.
 
Segundo o tentente Garrido, coordenador de operações da 13ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), para que o explosivo fosse detonado, policiais posicionaram viaturas para bloquear o acesso de veículos na rua e todas as pessoas foram orientadas a se afastar da área de uma praça, para onde o explosivo foi levado.
 

Investigação

 
O síndico Antônio Raposo ainda não sabe informar como o explosivo foi parar dentro do prédio.
 
“A gente imagina que foi alguém que pegou esse objeto na rua. Um objeto velho que foi pego na rua e a pessoa achou interessante e levou para casa não imaginando o dano que poderia causar a alguém. Depois, descartou inadvertidamente e, por sorte, a gente conseguiu, sem danos a ninguém, chamar a polícia”, afirmou.
 
Através de nota enviada à imprensa, a Polícia Militar informou que a "responsabilidade de fiscalização de material explosivo em todo território nacional cabe ao Exército Brasileiro". O G1 entrou em contato com o Exércio na Bahia, mas não obteve resposta sobre o assunto.
 
Segundo o delegado da 16ª Delegacia Territórial localizada na Pituba, Nilton Tormes, o caso deverá ser investigado por ele. No entanto, Tormes afirma que ainda não foi feito o registro da ocorrência no local.

Fonte: http://g1.globo.com

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