Violência
PE: Suspeito de 57 anos é preso por tentativa de homicídio em apartamento
Carlos Dias, de 57 anos, atirou na boca de sua companheira de 28 anos durante uma discussão em um apartamento no bairro das Graças, Zona Norte do Recife. O caso ocorreu na noite deste domingo (1º). A agressão foi presenciada pela filha da vítima, uma criança de 11 anos. O suspeito foi preso em flagrante no local do crime.
A Polícia Civil de Pernambuco confirmou que o disparo aconteceu após um desentendimento entre o casal. Segundo informações repassadas às autoridades, a discussão teria sido motivada por ciúmes.
O incidente ocorreu em um edifício residencial na Rua do Futuro, no bairro das Graças. Moradores do prédio relataram ter ouvido aproximadamente quatro disparos durante a ocorrência, mas a polícia confirmou que apenas um projétil atingiu a vítima, na região da boca.
A mulher, cuja identidade não foi divulgada, foi socorrida e encaminhada ao Hospital da Restauração, no Centro do Recife. Até o momento, não há informações sobre seu estado de saúde.
O casal morava junto no apartamento havia pouco tempo, conforme relatos obtidos no local. Após o ocorrido, o suspeito foi encaminhado ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
A Polícia Civil informou que Carlos Dias não possui antecedentes criminais. O caso foi registrado como tentativa de homicídio no contexto de violência doméstica e as investigações prosseguem para esclarecer todos os detalhes do ocorrido.
Como agir diante de violência contra a mulher no condomínio?*
Violência doméstica costuma acontecer “dentro de casa” e muitas vezes fica velada no condomínio — mas silenciar favorece a impunidade. Ao mesmo tempo, é um tema que exige cautela e discrição para não expor a vítima nem gerar acusações de difamação por boatos. ⚠️
✅ O que fazer no momento da ocorrência (agora, na hora)
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Priorize a sua segurança e não confronte o agressor 🚫
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Não tente “apartar” se houver risco. Afaste-se e peça apoio à portaria/zeladoria/administradora.
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Se houver risco imediato, acione a polícia (190) 📞
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Se você está ouvindo gritos, pedidos de socorro, barulhos de agressão, ameaça com arma, ou a vítima está tentando fugir: ligue 190.
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Também é possível acionar o 180 (Central de Atendimento à Mulher) 📞
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Serve para orientação e encaminhamento da rede de proteção, inclusive quando a vítima ainda está com medo de formalizar.
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✅ Como registrar e juntar informações (sem “investigar” por conta própria) Para o síndico/administradora, isso ajuda a agir com mais segurança jurídica e evitar omissão:
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📌 Anote data, horário, local (unidade/andar) e o que foi percebido (gritos, pedidos de ajuda, ameaças, barulhos).
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📌 Identifique testemunhas (sem espalhar o assunto).
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📌 Separe evidências disponíveis: imagens das câmeras das áreas comuns, registros de acesso, relatos formais, mensagens etc.
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✅ Faça boletim de ocorrência (B.O.): formaliza o fato e dá suporte a medidas protetivas e providências legais.
✅ Como o condomínio deve agir “pela via condominial” (regras internas) Mesmo quando o fato ocorre dentro da unidade, geralmente há reflexos na coletividade (barulho, perturbação, ameaça, risco à segurança). O caminho mais seguro costuma ser:
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✅ Notificar/advertir por escrito com base na Convenção/Regimento Interno (dever de respeito, sossego e segurança).
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✅ Multar em caso de reincidência, conforme previsão da Convenção/RI, registrando cada episódio.
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⚠️ Se for recorrente e grave, avaliar levar o tema à assembleia para medidas mais robustas dentro do que a Convenção e a lei permitirem.
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