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Inadimplência

Inadimplência no RS

Na capital, houve um aumento de 3% na pandemia

quarta-feira, 13 de maio de 2020
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Inadimplência nos condomínios tem leve alta em Porto Alegre

Apesar das dificuldades econômicas geradas pelo coronavírus, Porto Alegre não registra um aumento relevante quanto à inadimplência das taxas condominiais, se for considerada a média dos imóveis residenciais, comerciais e mistos.

A vice-presidente de condomínios do Secovi/RS-Agademi, Simone Camargo, informa que conversou com aproximadamente 20 empreendedores do setor, que administram condomínios na Capital, e foi possível constatar um aumento de cerca de 3% na falta de pagamento neste período de pandemia.

Os resultados da pesquisa mais recente divulgada pelo Secovi/RS-Agademi sobre inadimplência das quotas condominiais em Porto Alegre, realizada em janeiro, apontavam que 15,93% da amostra de 63.838 economias estavam em atraso na quitação das taxas naquele mês, sendo que 0,40% (256 unidades) possuíam ações judiciais de cobrança.

Se a apuração de Simone for acrescida ao resultado do levantamento feito no começo do ano, é possível estimar que a inadimplência nos condomínios na capital estaria, hoje, na ordem de 19%.

O estudo feito em janeiro pelo Secovi/RS-Agademi consiste na avaliação de dados fornecidos por administradoras de condomínios em diversos bairros de Porto Alegre.

A situação de inadimplência foi apurada conforme períodos de atrasos de até 29 dias, de 30 a 60 dias e mais de 60 dias.

O percentual de inadimplência apontado pelo trabalho no mês de dezembro de 2019 era de 15,76%, ou seja, houve um pequeno crescimento em janeiro.

Com a pandemia, Simone ressalta que o segmento de imóveis comerciais foi o mais afetado. Ela explica que esse setor tem uma maior dificuldade porque muitos profissionais não estão conseguindo exercer suas atividades. Mesmo que, em geral, tenha sido verificado um tênue incremento da inadimplência neste momento de enfrentamento do coronavírus, Simone diz que a entidade não deixa de se preocupar com a questão. "É preciso negociar, conversar, ver caso a caso", sustenta.

Fonte: https://www.jornaldocomercio.com

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