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Convivência

Júri popular

Acusados de matar zelador de condomínio em SP serão julgados

Publicado em: segunda-feira, 16 de março de 2015

Casal acusado de matar zelador na Zona Norte de SP irá a júri popular

Eduardo e Ieda Martins responderão por homicídio e ocultação de cadáver. Juiz determinou também a manutenção da prisão preventiva dos dois.
 
O publicitário Eduardo Martins e sua esposa, a advogada Ieda Cristina Martins, irão a júri popular pela morte do zelador Jezi de Souza, de 63 anos. A decisão do juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo, da 2ª Vara do Júri do Foro Regional de Santana, foi divulgada nesta quarta-feira (11).
 
O crime ocorreu em maio de 2014, na Zona Norte de São Paulo. Souza foi morto no apartamento do casal e teve o corpo esquartejado. Membros foram queimados pelo publicitário, assassino confesso, em uma casa no litoral de São Paulo, onde ele foi preso.
 
Eduardo Martins responderá por homicídio qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, falsificação de documento público, porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e de uso restrito. Já Ieda Cristina Martins, por homicídio qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.
 
Segundo o magistrado, as provas reunidas demonstram a autoria do casal. Rodrigo Tellini ainda determinou a manutenção da prisão preventiva dos réus. “A soltura, especialmente após a pronúncia, quando há ainda mais um juízo de admissibilidade recaindo sobre a acusação, não se justifica”, anotou.
 
Ao G1, Marcello Primo, advogado de defesa de Ieda Cristina, disse que irá recorrer. “O próximo passo é o entrar com o recurso que cabe contra essa decisão. No entendimento da defesa está bem claro que não tem participação da Ieda em nada. Estamos bem confiantes de que ela não tem participação nenhuma no homicídio e muito menos na ocultação. Ela simplesmente não sabia o que está acontecendo", afirmou.
 
Rubens de Castro, advogado de Eduardo Martins, afirma que o trabalho da defesa durante o julgamento será mostrar que o réu não planejou a ocultação de cadáver.
 
“Era o previsto, ele é réu confesso. Óbvio que os argumentos da defesa e da acusação divergem, porque a promotoria tenta atribuir a ele uma situação de monstro. Esse será o embate no Tribunal do Júri. O Ministério Público tenta atribuir a ele conduta diversas daquelas que de fato aconteceram. Ele não queria que a esposa e o filho soubessem do ocorrido. E aí ele tentou ocultar o corpo”, explicou Castro.

Fonte: http://g1.globo.com/

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