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Mercado

Lugar para criança

Construtoras não deixam pequenos de lado em novos empreendimentos

Publicado em: segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Criança ganha espaço só dela 

No momento de escolher o novo lar, os pais levam em conta a segurança e o espaço que os pequenos vão ter para brincar. Atentas a essas necessidades, construtoras desenvolvem projetos com áreas especialmente para a turminha
 
"A melhor coisa que eu fiz pelo meu filho foi me mudar para um condomínio. Hoje em dia as crianças não podem mais brincar na rua, não têm a mesma liberdade que a gente tinha. No condomínio é tudo pensado para elas, o ambiente é seguro e as crianças podem conviver. As famílias estão menores, não temos tantos filhos, por isso é ainda mais importante para eles fazer amigos", afirma Kelly Ruivo, 30 anos, mãe de Rian, de nove anos.
 
A decisão de compra de um imóvel para jovens casais e famílias com crianças considera sempre o conforto dos filhos, afinal é a família inteira que vai viver ali. O engenheiro Pedro Granado Filho, diretor de Construções da Pedro Granado, afirma que a brinquedoteca já se tornou uma espécie de "assinatura" da construtora. "Os pais pedem um espaço fechado onde a criança pode se sentar com seus brinquedos e se divertir sem correr riscos. No Edifício Tropical Summer outro destaque é a Casa do Tarzan ou casa na árvore. Ali as crianças podem explorar o ambiente, subir, descer, enfim é ideal para quem já está mais independente".
 
Outro cuidado é desenvolver áreas para as crianças usarem conforme elas crescem. Entre as alternativas estão áreas de integração e outras que favoreçam a prática desportiva coletiva (da piscina infantil até a de tamanho adulto, quadras poliesportivas e áreas verdes).
 
Há também salas de ginástica - geralmente proibidas para os pequenos -e salões de jogos que podem ser equipados com uma variedade de equipamentos, mesas para jogos de cartas e tabuleiro, etc. A versão moderna do salão de jogos é o game center equipado com computadores e internet.
 
"Em geral, o engenheiro projeta o espaço, vem o arquiteto e faz os ajustes: escolhe o tipo de piso mais seguro, pensa na harmonia das cores, nos revestimentos, toma em cuidados como escolher o tipo de degrau, arredondar quinas, colocar elementos que não ofereçam riscos e que tenham boa durabilidade", diz.
 
O desenvolvimento de um novo projeto envolve uma pesquisa sobre o público-alvo. "Esta pesquisa nós fazemos tanto nos empreendimentos já entregues, para saber o que funcionou bem, se teve boa aceitação e etc., como [pesquisamos] as tendências, o que as crianças têm preferido como entretenimento, quais os novos tipos de jogos e brincadeiras disponíveis no mercado", afirma o gerente regional da Plaenge, Leonardo Ramos Fabian. Os espaços planejados para as crianças costumam ser integrados e próximos para que os responsáveis possam acompanhar as brincadeiras delas.
 
Fabian enfatiza que as construtoras buscam atender todos os anseios da família porque hoje os filhos, mesmo que pequenos, influenciam na decisão de compra e também opinam a respeito. "Em função disso, temos inovado, melhorando espaços que já trabalhávamos como a brinquedoteca e ampliando as ofertas de ambientes.Os mais utilizados hoje, além de quadra, playground e piscina, são a brinquedoteca, a minicidade e o game zone", afirma.
 
 
EM DETALHES
 
As construtoras pesquisam ambientes para corresponder às novas expectativas das famílias; para a turminha o foco é segurança e diversão sob medida. —FOTO: DOUGLAS MARÇAL
 
Todo mundo de olho
 
Administrar crianças no condomínio é trabalho conjunto, entretanto a segurança delas é responsabilidade dos pais ou cuidadores, não do porteiro ou dos funcionários do condomínio. A primeira orientação vem de casa, depois há práticas recomendadas como controle de acesso, instrução de uso e normas de conduta em cada ambiente, mas se com tudo isso a criança sai da piscina infantil e pula na grande sem vigilância existe uma falha a ser corrigida.
 
"A criança também mora ali, não pode se sentir em uma prisão, mas a segurança delas e o sossego dos outros moradores vêm em primeiro lugar", diz Marcelo Liberatti, administrador de condomínios. Ele recomenda controle com os recursos disponíveis, como tabelas de horários e nomes, pulseirinhas coloridas ou mesmo controle biométrico. "Moradores e síndico podem pensar juntos em atividades programadas. Criança ocupada não gera problemas de disciplina".

Fonte: http://maringa.odiario.com/

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