Médica é morta
PR: Médica é morta em apartamento; marido é preso em flagrante
A médica Gassi Mazia, de 37 anos, foi encontrada morta dentro do apartamento onde morava com a família, em Maringá, no Norte do Paraná. O marido, João Vitor Domingues Romeiro, de 25 anos, é suspeito do crime e foi preso em flagrante.
O caso aconteceu no sábado (5/9), conforme informações da Polícia Militar do Paraná (PM-PR). Um bebê que estava no imóvel no momento do crime não sofreu ferimentos e foi acolhido por familiares da vítima.
Suspeito foi encontrado ferido
A PM recebeu a informação de que um homem ferido havia entrado no pátio de uma residência em Mandaguari, cidade localizada a cerca de 32 quilômetros de Maringá.
Os policiais encontraram João dentro de um carro, com ferimentos no pescoço. Ele recebeu atendimento médico no local e, segundo a corporação, teria confessado às testemunhas que havia assassinado a esposa.
Em seguida, uma equipe policial foi até o apartamento onde o casal morava. O Samu confirmou a morte de Gassi, que, segundo a PM, havia sido esfaqueada.
João recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime de feminicídio. Ele foi internado em um hospital e permanece sob escolta policial. A Polícia Civil conduz as investigações.
Vítima trabalhava como médica
Gassi Mazia atuava como médica na Unidade Básica de Saúde Nova Aliança, em Sarandi, município próximo a Maringá.
A Prefeitura de Sarandi publicou uma nota de pesar pela morte da servidora e manifestou repúdio a todas as formas de violência contra as mulheres.
João Romeiro é advogado e trabalhava como assessor jurídico da Procuradoria-Geral de Marialva. Ele foi exonerado do cargo na madrugada de domingo (6/9).
Como síndicos e moradores podem agir para identificar sinais de violência doméstica e aumentar a segurança das mulheres em condomínios?
🚨 Sinais de alerta no condomínio
Fique atento a situações que podem indicar violência doméstica ou colocar moradores em risco:
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Gritos, pedidos de socorro, barulhos de agressão ou objetos quebrando;
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Crianças chorando intensamente ou relatando medo;
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Mulher com machucados frequentes, isolamento repentino ou controle excessivo pelo parceiro;
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Agressor impedindo entrada ou saída, fazendo ameaças em áreas comuns ou perseguindo a vítima;
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Reincidência de ocorrências envolvendo a mesma unidade.
⚠️ Como agir com segurança
1. Em caso de violência em curso ou risco iminente Acione imediatamente a Polícia Militar pelo 190.
2. Registre o ocorrido internamente Anote horário, relatos de funcionários, imagens disponíveis e ocorrências registradas no livro ou sistema do condomínio. Não exponha a vítima.
3. Preserve as imagens das câmeras As gravações podem ser solicitadas pelas autoridades e devem ser preservadas conforme as orientações aplicáveis.
4. Não confronte o agressor sozinho O condomínio não deve tentar “mediar” uma situação de crime. A atuação policial, da assistência social e da Justiça é indispensável.
5. Crie um canal de denúncia discreto Pode ser utilizado e-mail, aplicativo ou contato direto com o síndico ou a administradora.
6. Oriente moradores e funcionários Pedidos de socorro devem ser levados a sério. A omissão pode agravar uma situação de risco.
📌 Medidas preventivas no condomínio
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Campanhas de conscientização em murais, elevadores e outros espaços de circulação, com canais de denúncia;
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Treinamento da portaria para reconhecer sinais de violência e saber como acionar ajuda;
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Reforço no controle de acesso quando houver informação formal sobre medida protetiva;
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Comunicação neutra à comunidade, sem divulgar nomes, imagens ou detalhes que possam expor a vítima.
🛡️ Crie um protocolo interno
Uma medida importante é aprovar um protocolo interno de resposta à violência doméstica, com orientações objetivas para síndicos, funcionários e moradores.
A regra deve ser clara: emergência é 190; ocorrências devem ser registradas e preservadas; e a vítima nunca deve ser exposta.
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Fonte: Conteúdo SíndicoNet (Produzido com o Auxílio de IA)