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Convivência


Médico espancado

PE: Médico é espancado por vizinho após invasão no Recife

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
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Rosto do médico com hematomas
Túlio André foi preso em flagrante pelos crimes de homofobia, lesão corporal e violação de domicílio
Reprodução/Redes Sociais

Anderson Juliano de Lima, médico dermatologista, foi agredido por Túlio André Coelho Silva, de 30 anos, após este invadir seu apartamento no Edifício Splendid Rosarinho, no bairro do Rosarinho, Zona Norte do Recife. O ataque ocorreu na madrugada de 31 de dezembro de 2025, por volta das 4h, quando a vítima estava dormindo.

O agressor arrombou a porta do apartamento após tocar insistentemente a campainha. Durante o ataque, Túlio chamava Anderson de "viadinho" e dizia estar ali para matá-lo, alegando que o médico teria "dado em cima" dele, conforme relatado pela vítima.

Após o incidente, Anderson acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi transportado para o Hospital da Unimed, na Ilha do Leite, área central do Recife. A vítima sofreu ferimentos no olho, nariz e boca, ficando ensanguentado.

Segundo Anderson, após as agressões, uma mulher identificada apenas como "Ane", que se apresentou como companheira do agressor, apareceu no local. O médico relatou que "ela estava querendo realmente sondar a situação para ter o máximo de informações possíveis para defendê-lo [Túlio]".

Túlio André foi preso em flagrante pelos crimes de homofobia, lesão corporal e violação de domicílio. Contudo, após audiência de custódia realizada em 1º de janeiro de 2026, o juiz Walmir Ferreira Leite determinou sua liberação.

Na decisão, o magistrado considerou que o acusado não possui histórico criminal e estabeleceu que ele responderá ao processo em liberdade, mediante o cumprimento de cinco medidas cautelares: comparecimento mensal em juízo; proibição de se ausentar da comarca por mais de oito dias sem autorização judicial; recolhimento domiciliar das 21h às 6h; proibição de manter contato ou se aproximar da vítima; e proibição de frequentar áreas comuns do condomínio.

A administração do condomínio Edifício Splendid Rosarinho informou que "assim que tomou conhecimento de uma briga entre vizinhos, o condomínio acionou as autoridades competentes de forma quase imediata". O comunicado acrescenta que "não houve qualquer falha na segurança do condomínio, uma vez que o caso envolveu dois moradores" e que está "à disposição para colaborar com as autoridades durante as investigações, inclusive com o compartilhamento de imagens que possam facilitar o trabalho da polícia".

Como combater preconceitos, como a homofobia, nos condomínios?*

Para combater preconceitos, como a homofobia, nos condomínios, é essencial adotar uma abordagem proativa focada em educação, comunicação e ações legais. Aqui estão algumas estratégias eficazes que podem ser implementadas:

🌈 Educação e Conscientização

Distribuição de Material Educativo 📚: Utilize cartilhas e folhetos educativos para informar os condôminos sobre o que é homofobia e as consequências legais e sociais, reforçando que a homofobia é crime conforme a Constituição Federal de 1988.

Palestras e Workshops 🎤: Organize eventos com palestrantes especializados em direitos LGBTQIA+ para discutir tolerância e inclusão. Isso pode incluir parcerias com ONGs e entidades especializadas.

Campanhas Visuais e Informativas 📌: Afixe cartazes informativos em áreas comuns do condomínio, promovendo mensagens de inclusão e respeito independente da orientação sexual.

🏢 Criação de uma Cultura Inclusiva  

Promover o Diálogo e a Inclusão 💬: Incentive a comunicação aberta entre os moradores, promovendo grupos de discussão ou reuniões de convivência para debater e resolver questões de preconceito.

Código de Conduta e Regimento Interno 📜: Revisite e, se necessário, atualize o Regimento Interno do condomínio para incluir cláusulas antidiscriminatórias claras, assegurando que ações homofóbicas sejam sancionadas.

🚨 Resposta a Incidentes

Canal de Denúncia Seguro 📞: Estabeleça um canal confidencial e seguro para que as pessoas possam denunciar atos discriminatórios, assegurando que a administração do condomínio trate estas questões com seriedade e eficiência.

Medidas Legais e Sancionatórias ⚖️: Quando um ato de homofobia é comprovado, deve-se tomar medidas legais cabíveis. Isso inclui advertências formais até ações judiciais, conforme necessário.

🤝 Participação Comunitária  

Comitê de Convivência 🏘️: Crie um comitê de convivência com representantes dos moradores para apoiar as iniciativas contra preconceito e fomentar um ambiente respeitoso e acolhedor.

Envolvimento dos Síndicos e Administradores 🗂️: É crucial que os síndicos e administradores liderem pelo exemplo, promovendo e implementando essas estratégias de forma consistente.

 

 

 

*  Conteúdo gerado pela Inteligência Artificial do SíndicoNet. Teste aqui

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