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Manutenção

Morreram eletrocutados

Mesmo com 3 para-raios, pai e filho morreram devido a raio

Publicado em: quarta-feira, 8 de abril de 2015

Condomínio do DF onde pai e filho morreram eletrocutados tem três para-raios para 1.257 casas

Especialista diz que equipamentos tem limitações e não protegem áreas livres
 
O condomínio onde pai e filho morreram em decorrência de um raio tem três equipamentos de proteção contra descargas elétricas. Os para-raios atendem, no entanto, a 1.257 residências. Além de poucos em comparação ao número de casas, a existência deles não era garantia de proteção contra descargas elétricas. A informação foi repassada ao R7 pelo professor do Departamento de Energia Elétrica da UnB (Universidade de Brasília), Mauro Severino.
 
Segundo o estudioso, a instalação destes equipamentos não é obrigatória em residências e, mesmo quando instalados, não protegem áreas livres do entorno das casas.
 
— Infelizmente o grau de proteção do para-raio é limitado. Existem normas técnicas que orientam o uso dos equipamentos e a instalação deles é recomendada em áreas com grande incidência de raios. Acho que os condomínios devem contratar especialista para estudar medidas para reduzir os riscos lembrando que fatalidades sempre acontecem.
 
De acordo com a direção do condomínio Solar de Brasília, localizado no Jardim Botânico, a morte dos condôminos no domingo (5) ocorreu porque um raio rompeu um fio de alta tensão que caiu sobre um automóvel. Um especialista foi chamado para periciar o condomínio e avaliar a colocação de novos equipamentos.
 
Pai e filho morreram em decorrência de um raio que partiu um cabo de alta tensão no condomínio onde moravam, no Jardim Botânico. O cabo caiu em cima do automóvel da família que ficou energizado. Ao tentar remover o cabo que derretia o veículo, o pai recebeu um choque elétrico. Ele foi socorrido pelo filho que também recebeu o impacto elétrico. Os dois morreram instantaneamente.     
 
O R7 apurou que no dia do acidente caíram 222 raios no DF, sendo que 198 deles foram entre o meio-dia e às 18h, segundo dados da Rede Integrada Nacional de Detecção de Descargas Atmosféricas. Em 2015, foram registrados 3.567 descargas, uma média de 37,1 raios se eles caíssem diariamente no período de 1º de janeiro a 06 de abril.
 
 

Fonte: http://noticias.r7.com/

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