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Mundo estranho

"Múmia" em apartamento

Em Madri, mulher estava morta há 15 anos

terça-feira, 29 de outubro de 2019
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"Múmia" de mulher morta há 15 anos é encontrada em apartamento na Espanha

Apesar de os vizinhos terem contatado a polícia, autoridades demoraram para suspeitar que algo estava errado porque as contas ainda estavam sendo pagas

O corpo de Isabel Rivera Hernández, de 78 anos, foi encontrado no banheiro do seu apartamento na cidade de Madri, na Espanha. Esta seria uma notícia comum, se não fosse um detalhe: a mulher estava morta há pelo menos 15 anos e seu corpo estava mumificado.

Segundo o jornal El Mundo, ela vivia no segundo andar de um apartamento situado no distrito de Ciudad Lineal, nordeste da capital espanhola. Os especialistas acreditam que o corpo não se decompôs devido à umidade do cômodo e porque havia uma fenda de ventilação. Tais condições forem responsáveis por "mumificar" o corpo e retardar o processo de decomposição.

Agora, a polícia investiga como a mulher passou tanto tempo morta dentro do próprio apartamento sem ser descoberta. De acordo com os vizinhos, a última vez em que Isabel foi vista viva foi em setembro de 2004. Desde então, eles afirmam ter contatado a polícia em mais de uma ocasião, mas não obtiveram respostas.

Há cerca de cinco anos uma vizinha, Emilia Muñoz, se preocupou quando pecebeu que um trecho de sua janela estava aberto, pois a colega poderia ser assaltada. "Eu disse a um agente para olhar dentro da casa porque não sabíamos dela há muito tempo. Olhamos sua caixa de correio e vimos algumas contas de eletricidade e, como as anteriores estavam pagas, ele me disse que ela deveria estar viva. O que mais eu poderia fazer?", disse, em entrevista ao El País.

Foi aí que os vizinhos perceberam que as despesas estavam sendo pagas, apesar do sumiço da colega. Mas, em certo ponto, a bancária que conhecia Isabel também se preocupou com ela e foi em sua busca, já que nunca mais a vira pessoalmente. Segundo o jornal El País, as contas estavam em débito automático e provavelmente não deixaram de ser quitadas porque a mulher recebia o depósito mensal de uma pensão.

Demorou, mas a insistência dos vizinhos e colegas fez com que uma sobrinha de Isabel decidisse notificar a polícia do desaparecimento da tia. Essa foi a primeira vez que as autoridades puderam entrar em ação de fato, pois precisavam do contato de algum familiar da idosa e ninguém o fizera até então.

O caso de Isabel parece bizarro, mas é mais comum do que se imagina. Em abril, o El Mundo reportou a descoberta do corpo de um senhor de 83, morto cinco anos antes. Enquanto isso, o Clarín lembrou a história de um jovem de 38 anos encontrado na cidade de Valência sete anos após sua morte.

Fonte: https://revistagalileu.globo.com

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