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Mercado

Negócio em expansão

Com COVID-19, lojas autônomas para condomínios crescem

segunda-feira, 13 de abril de 2020
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Startup de lojas autônomas para condomínios vê demanda quadruplicar com coronavírus

Contêineres desenvolvidos pela Onii não têm vendedores e permitem comprar usando o celular. Projeção de unidades instaladas até o fim do ano passou de 80 para mais de 300

Fazer as compras do mês ou da semana nunca pareceu tão complicado – seja pelos riscos de aglomeração nos supermercados ou pelos prazos maiores em serviços de entrega. Este foi o motivo central para as projeções da Onii terem quadruplicado para este ano. A startup desenvolveu um modelo de loja autônoma para condomínios. Sem vendedores ou caixas registradoras, elas permitem fazer compras usando apenas o celular e sem ir muito longe de casa.

Antes da pandemia do coronavírus, o plano era instalar 80 unidades até o fim de 2020. Mas o aumento na procura levou o número a ultrapassar os 300. Na contramão da crise, a startup espera crescer e faturar entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões em seu primeiro ano – e já tem a ambição de se tornar unicórnio.

Escalável e com impacto

A startup foi criada em 2019 no ONOVOLAB, centro de inovação em São Carlos (SP), por Ricardo Podval, Tom Ricetti, Victor Azouri e Conrado Rantin. Os empreendedores vêm de áreas diversas, do varejo à automação predial. Ricetti foi idealizador da franquia de padarias drive-thru Pão to Go, e Podval, do polo de impacto social CIVI-CO.

Com a Onii, a ideia foi trazer e democratizar um formato semelhante ao da Amazon Go, loja autônoma da varejista norte-americana. “É um modelo moderno, mas com uma visão caseira, que remete à despensa da casa”, explica Podval. “Lá está desde a carne para o churrasco até o pão de queijo para as crianças depois da aula.”

Cada loja tem cerca de quatro metros quadrados e funciona dentro de um contêiner adaptado. Os moradores usam um aplicativo para liberar a porta de acesso e para escanear os produtos que escolhem. O valor da compra é cobrado de um cartão de crédito – e o sistema só pode ser usado por maiores de 18 anos.

Além dos grandes varejistas, a proposta é trazer produtos fornecidos por pequenos produtores, como leite, pães e geleias. A estratégia ajuda a regionalizar os estoques, atendendo à preferência dos moradores, e a gerar impacto e renda para esses fornecedores.

Expansão de conceito

A primeira unidade foi instalada em novembro de 2019 em um condomínio em São Carlos (SP). Dos 240 moradores, 200 baixaram o aplicativo da loja e começaram a fazer compras. A Onii então iniciou a expansão e desenvolveu outro modelo para condomínios e prédios corporativos. Em vez do contêiner, são geladeiras que podem ser desbloqueadas e ter as compras pagas usando o app.

Um formato semelhante será instalado este ano no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP). Nele, o cliente pode pegar o produto livremente e fazer o pagamento na hora ou depois que chegar até o local em que for se sentar, por exemplo. “Existem algumas câmeras, mas o grande storytelling é trazer essa visão de honest market”, diz Podval, referindo-se a um conceito baseado em honestidade. “Até hoje, não tivemos nenhum furto.”

A expansão é feita por licenciamento e pela parceria com grandes empresas, como MRV. O investimento inicial para abrir uma unidade em um condomínio residencial é de cerca de R$ 50 mil. Outra opção, sem o investimento, envolve uma taxa mensal de locação que varia entre R$ 800 e R$ 1,5 mil.

Nos dois casos, o licenciado fica com 90% do faturamento da loja e repassa 10% para a Onii. Ele hoje também precisa pagar uma taxa mensal de sistema, que a empresa agora tenta cobrir por meio de parcerias. Podval diz que a primeira unidade, instalada em novembro, fatura hoje cerca de R$ 25 mil por mês.

Futuro

O fundador diz que a pandemia do coronavírus mudou todas as projeções da empresa para o ano – mas, ao contrário da maioria dos casos, para melhor. Ele projeta um faturamento entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões para 2020 e diz que a expectativa é de um crescimento rápido nos anos seguintes.

Também vislumbra uma internacionalização do negócio e diz que a startup já recebeu contatos da Argentina e dos Estados Unidos. “Além de trazer conforto e segurança, o modelo gera impacto socioeconômico nos ecossistemas", diz o empreendedor. "Esperamos nos tornar um unicórnio rapidamente, dentro de cinco anos.”

Fonte: https://revistapegn.globo.com

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