Piscina acessível
Cadeira de acessibilidade amplia inclusão em piscinas de condomínios
O acesso às áreas de lazer também faz parte da discussão sobre acessibilidade em condomínios. No caso das piscinas, um dos desafios é garantir que pessoas com mobilidade reduzida consigam entrar e sair da água com autonomia e segurança.
Equipamentos específicos, como cadeiras de transferência para piscina, têm sido adotados em alguns projetos para ampliar a acessibilidade nesses espaços. Instaladas junto à borda da piscina, essas cadeiras permitem que o usuário se posicione no assento e seja conduzido até a água por meio de um sistema motorizado, geralmente acionado por controle manual.
A solução pode beneficiar diferentes públicos, como pessoas com deficiência motora, idosos, gestantes ou pessoas em processo de reabilitação física. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 14,4 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, incluindo limitações motoras.
Em geral, esse tipo de equipamento conta com estrutura reforçada, apoio para braços e pés, cinto de segurança e capacidade para suportar até cerca de 150 kg. O funcionamento costuma ser simples: após a transferência da cadeira de rodas para o assento do equipamento, o usuário aciona o mecanismo que realiza o movimento de descida e subida na piscina.
Empresas do setor de mobilidade e acessibilidade já oferecem soluções desse tipo para diferentes ambientes, como condomínios residenciais, clubes, hotéis e centros de reabilitação. Entre elas está a TK Elevator, que desenvolve equipamentos voltados à mobilidade em edifícios e outros espaços de uso coletivo.
A adoção de recursos de acessibilidade em áreas comuns, como piscinas, está alinhada com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, que estabelece o direito ao acesso a espaços públicos e privados de uso coletivo em igualdade de condições.
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