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Segurança

Pistas sobre o caso Tívoli 1- SP

Conversa dá informações sobre quadrilha que atua em condomínios de luxo

Publicado em: quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Gravação indica quadrilha no Tívoli 1

Transcrição das conversas telefônicas entre dois membros do grupo no dia dos furtos em série dão referências do local Vitor Oshiro “Favela”, “cemitério” e “condomínio”. Essas palavras foram ditas em uma conversa telefônica entre dois acusados de integrar a quadrilha que atuava em condomínios de luxo desmantelada em março e revelam fortes indícios de que o grupo tenha sido realmente o responsável pelos furtos em série no Tívoli 1, em Bauru. Além disso, Verônica Nascimento, outra integrante da quadrilha, confessou que realmente estiveram no condomínio bauruense.A reportagem teve acesso à transcrição da conversa telefônica entre Jéferson Cardoso dos Santos, o líder do grupo, e Éder Wilhis Nunes Pereira. O que chama a atenção no diálogo gravado exatamente no dia 5 de março, quando foram realizados os furtos em série ao Tívoli 1, são as referências que indicam a presença do grupo nas proximidades do condomínio bauruense.Em uma das falas, Jeférson pede que Éder o pegue em um cemitério: “Pega nóis no cemitério memo, o carro parou, tá de boa, a água?” (transcrição literal). É bastante provável que esse local seja o cemitério do Ypê, a alguns metros do Tívoli 1.Outra referência é uma favela na região, sendo que, inclusive, a presença de policiamento no local gerava alguma preocupação à quadrilha. Por duas vezes, eles citam essa favela. Na primeira, eles têm medo de que haja viaturas e, na segunda, Éder diz que vai “subi-la”. Na região do Tívoli 1 está localizada a favela Parque das Nações, que fica a menos de 500 metros do condomínio.Os indícios ficam ainda mais fortes quando Éder ainda utiliza a própria expressão “condomínio”. Segundo ele, haveria a possibilidade de que a viatura, que fazia patrulhamento na região, estivesse bem em frente ao alvo: “Tá... eu acho que a viatura tá aqui na frente do condomínio, viu.”Jéferson também está preocupado sobre um problema no carro. Ele pergunta se Éder conseguiu encontrar água para colocar no radiador. Ao fim da conversa tensa, os dois decidem que se encontrarão na favela citada e encerram o diálogo.Os furtos em série no Tívoli 1 ocorreram no sábado de carnaval, quando bandidos entraram no condomínio, que mantém forte esquema de segurança, e invadiram nove residências. Sem serem vistos por ninguém, eles saíram do local levando grandes quantias em dinheiro nacional e estrangeiro, joias, aparelhos eletrônicos e até mesmo algumas armas.DesmonteNa manhã do dia 10 de março, policiais civis de Jaú (SP), São José do Rio Preto (SP) e Londrina (PR) executaram a operação exatamente na cidade paranaense e localizaram vários objetos - provavelmente furtados -, veículos e dinheiro. No local, Dana Stéfani da Costa foi detida. Horas depois, a polícia prendeu mais um suspeito, Éder Wilhis Nunes Pereira. No final da noite do dia seguinte, Jéferson dos Santos, o líder da quadrilha, foi preso. Ele foi detido em uma casa de veraneio no condomínio Riviera do Poente, na cidade de Alvorada do Sul, que faz fronteira com o município de Londrina. Há duas semanas, os dois últimos integrantes foram presos. Abrãao Custódio Cardoso e Verônica Nascimento foram localizados e detidos em uma pousada em Itajaí (SC). Sem lembrarNa tarde de ontem, Verônica Nascimento veio até Bauru para ser ouvida pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) da cidade. Os policiais aproveitaram para, inclusive, levá-la à região do Tívoli 1 para colher pistas.“Em alguns momentos, ela disse que não lembrava dos fatos e não ajudou muito. Não teve qualquer novidade relevante”, apontou o titular da DIG, Carlos Alberto Gomes da Rocha Silva.A acusada foi reconduzida para Jaú e, provavelmente, voltará a ser ouvida na unidade bauruense. “Eu irei requisitar judicialmente para ouvi-la em outro momento. Não quero agir com pressa. É possível que haja até mesmo uma acareação entre ela e o seu marido (Abraão Custódio Cardoso)”, completa.Há duas semanas, o delegado afirmou também que nenhuma das vítimas do condomínio Tívoli 1 reconheceu quaisquer objetos apreendidos com a quadrilha. Segundo ele, muitos foram até Jaú, porém, não encontraram o que foi furtado na ocasião.  ssões pela Internet”

Fonte: http://www.jcnet.com.br/detalhe_policia.php?codigo=206648

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