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Manutenção

Um mês sem casa

Condôminos estão desalojados devido a tremor

sexta-feira, 23 de março de 2018

Famílias completam um mês fora de casa após tremor em prédio em Praia Grande

Laudo oficial, que deve apontar as causas e os responsáveis, deve sair ainda nesta semana.

As famílias que moram no residencial Talismã I, em Praia Grande, no litoral de São Paulo, estão há quase um mês sem poder entrar nos apartamentos. O prédio foi evacuado após um forte temor. Várias rachaduras foram vistas nas colunas que sustentam a estrutura. Ninguém ficou ferido. As famílias ainda não sabem quando poderão voltar para casa e viver tranquilamente.

No dia 22 de fevereiro, cerca de 40 moradores estavam no prédio quando ocorreu um forte temor, por volta das 22h. O edifício fica localizado na Rua Brigadeiro Faria Lima, no bairro Canto do Forte. Segundo os moradores, o prédio balançou e algumas lâmpadas quebraram nos apartamentos. Rachaduras apareceram nas pilastras e também na garagem do edifício.

O local foi evacuado e interditado pela Defesa Civil. Os moradores foram para casas de parentes ou alugaram apartamentos temporários. Cerca de 200 estruturas metálicas foram instaladas para garantir a sustentação do prédio. Uma empresa foi contratada para fazer o laudo pericial da construção e apresentá-lo na Secretaria de Urbanismo. Os trabalhos começaram no dia 1º de março.

Segundo a síndica do prédio, Mariza Blades, a empresa enviou um laudo provisório aos moradores que indicou a necessidade de realização de obras para o reforço nas colunas. Porém, o laudo oficial e completo, que apontará as causas e o que deve ser feito no residencial, deve sair ainda nesta semana.

“Quem está pagando tudo são os moradores. Todo esse valor está saindo no condomínio pago pelos moradores. Nós tínhamos um fundo de obras para fazer as reformas no prédio. Estamos usando esse fundo para cobrir todas as despesas”, diz a síndica, que também teve que alugar um apartamento para morar.

O prédio foi construído há 12 anos. Segundo ela, ainda não é possível saber de quem é a responsabilidade pelo ocorrido, por isso, os moradores estão arcando com as despesas provenientes do acidente.

“A gente não sabe de quem é a culpa, não podemos exigir nada de ninguém por enquanto. O laudo vai falar o que aconteceu e vai ser bem específico para sabermos o real motivo do rompimento da pilastra”, explica.

As 18 famílias que vivem no residencial, além dos donos de apartamentos de temporada, estão vivendo na casa de parentes ou alugaram apartamentos provisórios. Uma família está hospedada em um hotel.

“Tem pessoas que trabalharam a vida inteira, compraram esse imóvel, só tem isso na vida. As pessoas estão desesperadas, é desanimador. Elas estão sem teto, sem moradia. É um estresse muito grande”, desabafa.

Em nota, a Prefeitura de Praia Grande informa que a interdição continua. Foram tomadas todas as medidas cabíveis, inclusive judiciais, a fim de obrigar o condomínio a atender as notificações e providenciar os serviços necessários a fim de sanar o problema.

A Administração Municipal aguarda a apresentação da documentação e execução dos serviços necessários, para então realizar vistoria do local e, uma vez constatado que foram tomadas todas as medidas necessárias para solucionar o problema, liberar a ocupação dos imóveis.

Fonte: g1.globo.com

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