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Administração

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Parquinho seguro conta com piso emborrachado e madeira tratada

Publicado em: quinta-feira, 14 de março de 2013

Confira dicas para o parquinho do condomínio ser mais seguro

Brincar no gira-gira de ferro, ralar o joelho no piso de cimento e voltar para casa sujo de areia. Quem brincou num playground à moda antiga e o compara com os mais modernos sabe que as diferenças são muitas.
 
Em vez de chão duro, há um piso emborrachado com amortecimento. A madeira que solta lascas dá lugar a uma tratada para impedir cortes e ferimentos. Brinquedos de ferro estão quase em extinção e vêm sendo substituídos por outros de madeira ou de plástico.
“Parquinhos devem ter pisos muito macios e brinquedos sem pontas”, recomenda o arquiteto Benedito Abbud.
 
Para moradores que têm filhos pequenos, uma boa área de lazer aparece como pré-requisito na hora de adquirir um apartamento
 
Esse foi o caso da administradora Caroline Marcellini, 33. Ela conta que estava grávida de Nina quando buscou um imóvel para comprar.
 
Hoje a filha tem um ano e quatro meses e, apesar da pouca idade, usa sempre a área de recreação. “É difícil existirem opções para crianças tão novinhas quanto a minha filha, mas no meu condomínio eu encontro.”
 
Para aproveitar bem o espaço, não é apenas aos equipamentos que os pais devem prestar atenção. É importante levar em conta a interação das crianças no parquinho e saber se vale a pena participar das atividades delas.
 
De acordo com a professora da USP Marcia Gobbi, pesquisadora da infância, o ideal é que os pais evitem atuar como “supervisores” dos filhos: “Eles [pais] podem participar das brincadeiras, mas sem ter uma atitude policialesca”.
 
Isso não significa descuidar da segurança. Para o diretor de condomínio da Aabic (Associação Administradora de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo), Omar Anauate, é importante monitorar o comportamento das crianças. Segundo ele, “não há norma que impeça uma mais velha de empurrar a outra”.
 
A relações-públicas Larissa de Castro conta que ela e seu marido, Luciano, acompanham o filho Pedro, 3, na área de recreação do condomínio onde moram.
 
Para ela, cuidado e interação não se opõem: “Nós interagimos com ele e criamos histórias juntos. Quando meu filho está com outras crianças, observamos, mas sem interferir”.
 

Fonte: /www.boainformacao.com.br

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