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Convivência

Atividades em grupo

Moradores se juntam para vender comida a vizinhos

sábado, 4 de abril de 2020
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Moradores criam grupo em condomínio de Fortaleza para vender doces, salgados e bolos a vizinhos durante a pandemia

Para manter a renda durante a pandemia, a confeiteira Giliene Ribeiro criou grupo para divulgar seus produtos e ajudar outros empreendedores do condomínio.

Com o período de isolamento social e a suspensão de eventos, para evitar a propagação do coronavírus, empreendedores fortalezenses buscam alternativas para manter os negócios e a renda. A confeiteira artesanal Giliene Ribeiro encontrou solução na criação de um grupo no Whatsapp para divulgar seus produtos na vizinhança do condomínio onde mora, no Bairro Messejana, em Fortaleza.

Pensando na comunidade, a empreendedora convidou outros moradores que também sobrevivem do próprio negócio para divulgar seus itens no grupo. "Eu já moro aqui no condomínio desde 2016 e com isso alguns vizinhos já conheciam meu trabalho, eram meus clientes. Vendo também que eles estavam buscando alternativas, surgiu a ideia do grupo. Para que a gente pudesse tê-lo como um canal de divulgação dos trabalhos das pessoas daqui", comenta. Giliene teve todos os pedidos suspensos por conta do isolamento social.

Produtos

Para realizar as vendas, Giliene também teve que ampliar o mix de produtos ofertados. Ela trabalhava na confecção de bolos e doces, mas, durante a pandemia, começou a comercializar lanches, como tapioca e cuscuz recheado.

Giliane comenta que a iniciativa tem dado certo. Os moradores têm adquirido mais produtos feitos pelos empreendedores do condomínio no lugar de comprar tudo fora, por delivery. Por dia, a empreendedora chega a receber de 20 a 40 pedidos. Nos fins de semana, a demanda aumenta.

Rede

Outra "boleira", a vizinha Camilla Freire, já tinha costume de vender seus bolos de pote e docinhos entre os vizinhos antes da pandemia. No entanto, ela conta que a demanda era bem menor e os horários dos pedidos eram diferentes.

"As pessoas costumavam pedir por volta das 18h30, 19h, nos horários que chegavam do trabalho, da escola, faculdade. Já agora os pedidos começam cedo, logo após o almoço", situa Camilla.

Com a facilidade de se comunicar pela rede social, a vizinhança passou a encomendar porções maiores, além de bolos mais caprichados. "Hoje mesmo fiz um bolo vulcão grande, para uma vizinha comemorar os 70 anos do pai que mora com ela", conta.

Fonte: https://g1.globo.com/

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