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Administração

Barrados na entrada

Síndico proíbe entrada de trabalhadores em condomínio comercial no RJ

Publicado em: terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Grupo de operários é impedido
de entrar em condomínio no RJ

Grupo de operários é impedido de entrar em condomínio no RJ

Administrador do prédio alegou que eles cheiravam mal e iriam enfeiar o local. Os trabalhadores fariam exames médicos para admissão em uma clínica.
 
Um grupo de operários foi impedido de entrar em um condomínio comercial na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Eles dizem que o administrador do prédio alegou que eles cheiravam mal e iriam “enfeiar” o ambiente.
 
Os trabalhadores fariam exames médicos para admissão em uma clínica, dentro do condomínio Le Monde. Eles foram contratados pela concessionária que faz a obra da linha quatro do metrô. Eles contam que na chegada ao condomínio, no fim da manhã de quinta-feira (16), foram barrados e tiveram que ficar nos fundos do prédio na área de carga e descarga.
 
"Ficamos sentados no chão, porque não tinha nem lugar para sentar. Barraram. Total desrespeito. Falta de consideração", relata o ajudante de soldador, Jonatan da Silva.
 
Leandro Rabello, operador de máquinas conta que eles ouviram mais: “A nossa presença era uma poluição visual, já que éramos fedorentos e manchava a fachada da empresa, do condomínio, porque mal cheirosos. É constrangimento".
 
Os funcionários só conseguiram fazer os exames depois da chegada da polícia. O caso foi divulgado pelo jornal Extra.
 
"Depois de quatro horas da chegada da polícia, presente na recepção, conseguimos subir um por um, acompanhados dos seguranças do condomínio, mais o dono da clinica", relata Leandro.
 
O dono da clínica, Renato Fernandes Pinto, conta que tentou convencer o administrador do condomínio. "Ele voltou a afirmar que a nossa atividade ali não era bem vinda, muito menos as pessoas que ali estavam e que eles causavam uma poluição visual ao condomínio. Eu defino como preconceito".
 
O administrador do condomínio Le Monde, Felipe Alencar, não quis gravar entrevista. Em nota, disse que jamais restringiu o acesso de qualquer pessoa em razão de aparência ou condição sócio econômica.
 
A polícia já ouviu dois funcionários e outros 16 vão prestar prestar depoimento nos próximos dias. Eles pretendem pedir indenização ao condomínio, que deve ser acusado de injúria, quando há ofensa à honra ou à dignidade de alguém. A pena é de um a seis meses de prisão.

Fonte: http://g1.globo.com/

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