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Segurança

Câmera de segurança

No Distrito Federal há um aparelho para cada cinco pessoas

Publicado em: segunda-feira, 1 de outubro de 2012

 DF tem uma câmera de segurança para cada 5 habitantes, diz entidade

Lojas, residências e órgãos públicos têm cerca de 500 mil aparelhos.Sistema mais comum, com quatro câmeras, custa em média R$ 5 mil.
 
 
O Distrito Federal tem aproximadamente uma câmera de monitoramento eletrônico de segurança particular para cada cinco habitantes, segundo levantamento do Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do DF (Siese-DF). Ao todo, são 500 mil aparelhos instalados em lojas, residências, órgãos públicos e condomínios.
 
De acordo com o presidente do Siese-DF, Augustus von Sparling, a procura por esse tipo de serviço cresceu cerca de 10% anualmente ao longo dos cinco últimos anos. Lagos Sul e Norte, asas Sul e Norte, Park Way e Sudoeste são as regiões com maior demanda.
 
Os gastos com a instalação de câmera, monitor e gravador de imagens giram em torno de R$ 3 mil. A instalação de um sistema com quatro câmeras e gravador, tipo mais procurado por quem busca equipamentos de vigilância, custa em média R$ 5 mil.
 
Lagos Sul e Norte, asas Sul e Norte, Park Way e Sudoeste são as regiões do DF com maior demanda por câmeras de vigilância, diz entidade
 
Dados do sindicato apontam que 16,6 mil imóveis são monitorados por alarme no DF. Para Sparling, apesar do aumento da procura pelos serviços, as instalações de câmeras e alarmes ainda apresentam riscos. “Há cerca de mil empresas que atuam no DF de forma regular, e mais que o dobro atuam no mercado informal”, disse .
 
Segundo Sparling, é preciso que as empresas tenham o registro reconhecido pela Secretaria de Segurança Pública e que as obras de instalação sejam cadastradas. A Secretaria de Segurança Pública, responsável por conceder a autorização de funcionamento às empresas, informou ao G1 que não possui a quantidade de câmeras registradas no DF.
 
“É preciso levantar a vida pregressa de quem faz o serviço. Afinal, ele sabe exatamente os locais que estão vulneráveis no imóvel. Hoje qualquer central de operação sabe exatamente quais alarmes estão ligados e desligados. É um risco que se corre mesmo tendo esquema de segurança” disse Sparling.
 
Para a professora do departamento de sociologia da Universidade de Brasília Maria Estela Porto, pesquisadora do Núcleo de Estudos sobre Violência e Segurança, a procura pela segurança privada eletrônica resulta de dois fatores.
 
De um lado, ela cita aumento da violência no DF e, de outro, a sensação de medo, ques segundo a pesquisadoras se reflete nas populações que têm menos contato direto tem com a violência.
 
“Quando se pensa que o estado não é capaz de prover segurança, as pessoas passam a buscar medidas elas mesmas por medidas. Isso [instalação de câmeras e contratação de câmeras] inclui alguns riscos, pois se dá em detrimento da coletividade. A responsabilidade pela segurança é do estado e deve ser mantida no âmbito estatal", disse a professora.

Fonte: http://g1.globo.com

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