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Ambiente

Coleta seletiva

Cooperativas de Maringá deixam condomínios esperando retirada

Publicado em: sexta-feira, 8 de março de 2013

 Lixo reciclável se acumula em condomínios

As três cooperativas de Maringá, responsáveis pelo serviço, não dão conta de atender todo o município
 
Síndicos sofrem com falta de coleta seletiva na cidade e estão cansados de reclamar. Depois de muito trabalho de conscientização, os moradores aprenderam a separar o lixo orgânico do reciclável, porém, não há quem busque o material.  As três cooperativas de Maringá, responsáveis pelo serviço, não dão conta de atender todo o município. O vereador Humberto Henrique (PT) aponta que no máximo 20% da cidade recebe o serviço e faltam políticas públicas para resolver o problema.
 
Carlos Roberto Rodrigues, vice-presidente do Sindicato dos Bancários, é síndico há quatro anos. Nesse período, fez um trabalho de conscientização com os moradores do prédio, trouxe discussões sobre a importância da separação correta do lixo e incentivou até mesmo as crianças a cobrarem o comportamento dos pais. No entanto, há mais de um ano tem vivido outro problema, a falta de coleta.
 
“Preciso ligar quase toda semana na prefeitura para que eles mandem alguém recolher o lixo reciclável”, conta Rodrigues. O síndico afirma que já cansou de reclamar, porque a situação só é resolvida temporariamente. “Já tivemos até que pagar para uma cooperativa buscar o material e acho isso um absurdo, pois pagamos o serviço de coleta para que ele funcione”. Segundo ele, o material reciclável está se perdendo em meio ao lixo comum por falta de assistência.
 
O vereador Humberto Henrique (PT) sustenta que apenas três cooperativas fazem a coleta seletiva em Maringá, porém, nenhuma possui a estrutura adequada. “O município cedeu três caminhões, mas apenas dois estão funcionando”. Com isso, Henrique defende que aproximadamente 20% da cidade é contemplada pela coleta. “O correto seria pelo menos um número equivalente à frota da coleta convencional, ou seja, 12 veículos”.
 
A representante de uma dessas cooperativas, Silvia Sabiar, afirma que a coleta acontece três vezes por semana. Na segunda-feira, fazem o Jardim Alvorada, terça-feira Zonas 2 e 3, sexta-feira os prédios públicos. “Nós tentamos nos dividir para atender o máximo possível de pessoas, mas falta estrutura, não damos conta”.
 
Silvia ainda afirma que precisam de local adequado para depositar esse lixo. “Estamos lutando para conseguir um barracão e no dia 11 temos uma reunião na Câmara Municipal para buscar um acordo”.
 
Para Humberto Henrique, a solução seria investir em políticas públicas que contemplassem e valorizassem a situação. “Se tivéssemos uma usina de compostagem para cuidar do lixo orgânico, investíssemos em estrutura para fazer reciclagem e destinássemos ao aterro sanitário os cerca de 10% de lixo produzido que não é aproveitável, teríamos um sistema muito mais eficaz”. O vereador ainda sustenta que o modelo seria ainda mais barato que o atual. “Falta apenas vontade de fazer”.
 
Carlos Rodrigues acredita que além do incômodo causado pela falta de coleta seletiva, existe um grande problema de saúde pública. “Se as pessoas não têm onde jogar o lixo que separam, podem deixar nas ruas da cidade e isso traz as dificuldades que enfrentamos no período de chuvas, como a dengue”. Conforme o síndico, “não adianta incentivar a separação se não existe preocupação em recolher o lixo reciclável das casas dos maringaenses”. Humberto Henrique ainda sustenta que para fazer esse trabalho em 100% da cidade, seria necessário envolver o poder público, a população e fortalecer as cooperativas.
 
Procurado pela reportagem, o secretário do Meio Ambiente Umberto Crispim preferiu comentar o caso em outra oportunidade.

Fonte: http://hnews.com.br/

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