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Ambiente

Condomínio bloqueado

Após caso de chikungunya, residencial recebe visita da zoonose

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Após caso de chikungunya, Zoonoses faz bloqueio em condomínio de Piracicaba

Ação consiste em vistoria e orientações para moradores do local.

Após o registro do primeiro caso autóctone (transmitido dentro da cidade) de chikungunya em Piracicaba (SP) em 2017, a Prefeitura realizou um bloqueio no condomínio onde a paciente mora. Também estava prevista a mesma ação no campus da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) e na Escola de Engenharia de Piracicaba, locais onde ela trabalha e estuda.

O bloqueio consiste em uma vistoria no condomínio, que fica no Jupiá, para localização de possíveis criadouros do Aedes Aegypt e visitas nos apartamentos para os agentes orientarem os moradores. Dois outros casos de Chinkungunya foram registrados na cidade em 2017, mas os outros pacientes contraíram a doença no Nordeste.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, quando o caso é confirmado, a Vigilância Epidemiológica aciona o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), para que a equipe responsável pelo combate ao Aedes seja direcionada nas ações de prevenção. Como a paciente circula por três regiões da cidade diariamente, ainda não se sabe em qual local ela foi contaminada.

Caso autóctone

O exame que comprovou o caso teve o resultado emitido na terça-feira (19). A paciente é estudante da Escola de Engenharia de Piracicaba (EEP) e faz estágio no campus da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP).

A estudante conta que começou a apresentar os sintomas em 30 de agosto e suspeitou que estava com gripe, mas logo descartou. Após passar por médico particular, ela fez o exame da dengue, que deu negativo. "Tive dor nas articulações, joelhos, pulsos e pés. Não conseguia ficar de pé, ficava tudo vermelho (o corpo)", relatou a estudante.

Segundo ela, um otorrinolaringologista suspeitou de chikungunya durante uma consulta particular e pediu exame, que foi feito pelo Laboratório Municipal de Piracicaba, após liberação da Vigilância Epidemiológica. O sangue foi colhido em 6 de setembro.

"Estou melhor sim, mas ainda continuo com o vermelho pelo corpo. Segundo o infectologista, posso continuar assim por uns dias ainda, pois é inflamação dos vasos sanguíneos", afirmou a jovem na quinta-feira (21).

Fonte: g1.globo.com

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