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Jurídico

Condomínio na planta

Um grupo de pessoas pagou por imóveis que nunca foram construídos

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Imóveis: clientes se dizem lesados

A compra de casas na planta em um condomínio em Maracanaú tem sido motivo de dor de cabeça para um grupo de aproximadamente 100 pessoas que pagaram pelos imóveis que nunca foram construídos sob a justificativa de falta de licença.

A propaganda da construtora e incorporadora Lar Invest prometia, além das residências, áreas de lazer e academia de ginástica.

Segundo Ornaldo José Lisboa Leite, que comprou uma residência em setembro de 2014, a empresa teria prometido fazer a entrega em janeiro de 2015, mas nada foi executado até aquela data.

"Nós compramos casas em um condomínio fechado chamado Bairro Verde Pajuçara, todo estruturado, com todo aparato de segurança, com tudo que um condomínio oferece de lazer e infraestrutura", conta.

"Na época foi oferecido financiamento sem burocracia direto com a construtora e vimos nisso uma facilidade para agilizar o processo de compra. Todo mundo se encantou com o projeto, muito bem feito, mas os donos da empresa, Juan Carlos Cabral Monterrey Duarte e Amanda Oliveira Monterrey Duarte, não entregaram nada nem devolveram o nosso dinheiro", diz Ornaldo.

Ele diz que grande parte dos clientes comprou as casas entre 2013 e 2015.

"Era um preço extremamente acessível e existia um aquecimento muito forte no mercado imobiliário, com os preços subindo mês a mês. Então a gente foi pressionado a comprar logo acreditando que poderia perder uma grande oportunidade", diz Ornaldo.

Na publicidade, a empresa oferecia casas a partir de R$ 75 mil.

De acordo com Luana Maria Evangelista, que comprou uma casa no residencial em fevereiro de 2015, a empresa prometeu entregar o imóvel em seis meses, período no qual ficou pagando as parcelas do financiamento e o aluguel do imóvel onde morava, mas a casa não ficou pronta nem o dinheiro devolvido.

"Muitas pessoas passaram por dificuldades porque eles não entregaram no prazo. E quando terminou o prazo eles fizeram o distrato mas não nos pagaram nenhuma parcela, e agora estão nos oferecendo lotes em outros locais. Mas ninguém quer lote", diz Luana.

Contraponto

Procurado, o advogado de Juan Carlos Cabral Monterrey Duarte e Amanda Oliveira Monterrey Duarte, proprietários da Lar Invest, disse que a empresa está resolvendo caso a caso, conforme o montante pago por cliente.

E que já foram realizados cerca de 20 distratos. Segundo o advogado, a maioria pagou por volta de R$ 20 mil, sendo que alguns desembolsaram só a entrada.

Fonte: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/

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